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S ete anos se passaram. Não são sete dias ou sete horas. Quase uma década de trabalho intenso, suado, para a realização de um grande e aclamado projeto. Um sonho concretizado. Nesse tempo, as técnicas da Dra. Tânia Zambon chegaram em ótima hora e foram de suma importância para que cada passo dado obtivesse o seu resultado. Podemos di- zer que 2017 foi o ano em que muitos foram Cromossomo 21, sejam pessoas envolvidas com a obra, sejam apoiadores do projeto, que é uma verdadeira causa social, que já atingiu mais de um milhão de pessoas na internet. No dia 28 de novembro do ano recém-terminado ocorreu, no Rio de Janeiro, no Espaço Itaú de Cinema, na Praia de Botafogo, a tão esperada pré-estreia do filme de Alex Duarte, diretor e roteirista do longa-metragem. O evento contou com a presença de parte do elenco do filme – os atores Adriele Pelentir, Luís Fernando Irgang, Deborah Finochiaro, Susy Ayres, Saulo Meneguetti e Fernanda Honorato – além de diversos convidados, entre eles, vários jornalistas e artistas como Babi Xavier e André Ramiro. Dra. Tânia Zambon e Michael Lopes D’Ávila, abraçadores da causa, também fo- ram prestigiar Alex Duarte, que foi diretor de marketing do Instituto Tânia Zambon. Liberdade. Respeito. Igualdade. Virtudes defendidas pelo filme, que conta a história de Vitória, uma menina como qualquer outra, que estuda, pratica esporte, toca piano. Há apenas um detalhe: ela é portadora da síndrome de down. Um belo dia, ela e um rapaz se cruzam. Só que ele não tem a síndrome e encara naturalmente um possível romance. Os dois se envolvem e Vitória vive um momento liberto, com um despertar de independência, sexualidade e amor puro. Por outro lado, a sociedade reage e questiona algo que con- sidera “fora do padrão”. O longa-metragem representa uma luta contra esse visível preconceito, além de mostrar e rela- ção de pais e filhos, e é fruto de todo um trabalho em prol da inclusão social promovido por Alex Duarte. Já virou até livro e foi feito de forma totalmente independente. “É um fil- me de baixo orçamento, feito na raça e, há sete anos, muitas empresas recusaram associar suas marcas a uma causa como essa, o que não acontece atualmente. Estamos muito felizes por termos conseguido quebrar isso”, contou. 87 87 Revista Revista Shark be Coaching Coach