História de Tânia Zambon vai virar filme
Alguns anos antes de se tornar uma das maiores especialistas em comportamento humano do Brasil, Tânia Zambon era fisioterapeuta, atendia 60 pacientes por dia e atuava na UTI de Porto Alegre. Após um impasse na vida pessoal, tomou uma decisão que mudou sua vida completamente.“ O indivíduo precisa tomar decisões. Dessa forma, a energia flui para onde está o foco. O problema é que muitos falham ao dar o próximo passo e acabam postergando, e descobrem muitas razões ou desculpas para não agirem, destacou.
O filme segue em fase de tratamento do roteiro, escrito pelo diretor do longa Cromossomo 21, Alex Duarte, premiado no Festival de Cinema de Gramado e no Los Angeles Brazilian Film Festival. O tratamento do script será realizado pelos roteiristas da Rede Globo, Felipe Lisboa e Giovana Moraes, que concorrem este ano ao Emmy Internacional.
PESQUISA- Alex Duarte acompanha a trajetória de Tânia há cinco anos. Mais de 100 mil pessoas contribuíram com suas histórias para a realização do roteiro, entre eles, pacientes da UTI e alunos que hoje realizam treinamentos dentro do Instituto Tânia Zambon. O que mais motivou Alex a escrever o filme foi a autodúvida que as pessoas sofrem, e sentem falta de confiança em si mesmas em algumas áreas da vida como sexo, religião, barreiras culturais e de linguagem.“ Sim, é possível é um raio x da nossa vida. Vamos descobrir com a Tânia como desenvolver mecanismos para acabar com essa autodúvida, rompendo os velhos paradigmas e construindo novos padrões”, diz o diretor.
Nos próximos meses, terão início o processo de seleção dos atores e os ensaios. As gravações estão previstas para ocorrer no final do ano. O lançamento nos cinemas deverá acontecer em 2019.
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