alforriados
Salvador
trouxeram consigo seus ofícios e até algum dinheiro conseguido através de seu trabalho.
Trouxeram também experiência de lideranças em candomblés, irmandades e também nas organizações de festas, e com eles a nova síntese desta cultura negra. Tia Bebiana e suas irmãs de santo, Mônica, Carmem do Xibuca, Ciata, Perciliana, Amélia e outras, que pertenciam ao terreiro de João Alabá, formam um dos núcleos principais de organização e influência sobre a comunidade e garantem a manutenção das tradições africanas. Entre elas, a mais influente sem dúvidas foi Hilária Batista de Almeida, a Tia Ciata – “A Mãe do Samba”. Em seu terreiro se tocava os sambas de partido, o samba raiado e aconteciam as rodas de batuque. Ali comparecia Pixinguinha, Donga e João da Baiana (filhos de mãe baiana), Heitor dos Prazeres (também filho de mãe baiana), entre muitos outros, surgem ainda crianças naquelas rodas onde aprendem as tradições musicais baianas a que geraria uma forma nova, o samba carioca.
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