O rádio talvez seja a maior mola propulsora da Cultura do Samba. Difundiu o Samba para todo o país. É nesse ponto que despertamos para a invenção do Rádio, ou das invenções da telegrafia e telefonia sem fio e do radio.
Acreditamos que não. O rádio talvez seja a maior mola propulsora da Cultura do Samba. Difundiu o Samba para todo o país. É nesse ponto que despertamos para a invenção do Rádio, ou das invenções da telegrafia e telefonia sem fio e do radio.
Talvez você se surpreenda mas o pioneiro das telecomunicações no mundo foi um brasileiro. Trata-se do padre e inventor Roberto Landell de Moura, percussor da radiotelefonia, bandeirante da própria televisão e descobridor das Ondas Landeleanas.
Muito antes da primeira experiência de Marconi, o gaúcho Landell realizava no alto da Avenida Paulista as primeiras transmissões de telegrafia e telefonia sem fio em 1893, utilizando aparelhos de sua própria invenção numa distância de 8km em linha reta na presença do Consul britânico em São Paulo, autoridades brasileiras, etc. Marconi só iniciou suas experiências no tema um ano depois.
Landell assim obteve a patente brasileira para um "aparelho destinado à transmissão phonética à distância, com fio ou sem fio, através do espaço, da terra e do elemento aquoso”, patente nº. 3.279. Quatro meses depois parte para os EUA e obtém três patentes em Washington: 01)- transmissor de ondas patente 771.917; 02)-telefone sem Fio e Telegrafo sem Fio patentes 775.337 e775.846. Em 1904 o brasileiro inicia a projeção, de forma percussora, a transmissão da imagem, a televisão e de textos, teletipo à distância.
No estado de São Paulo em 16 de julho de 1992 através da lei 7.957 foi instituída a Semana Roberto Lendell de Moura a ser comemorada todos anos entre os dias 05 a 1 de novembro.
A primeira metade do século passado foi de suma importância para a popularidade do Samba, devido ao grande difusor que foi o rádio possibilitando a sua divulgação nos mais variados recintos e lares da sociedade brasileira, sem distinção de raça ou credo. A Rádio Nacional – Estatal da Era Vargas, mesmo com restrições e censuras impostas pelo DIP projetou o ritmo para a Capital Federal no Rio de Janeiro e também para o resto do país.
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