Desapareceste em corpo, ou por outras palavras… Morreste!
O abrigo da tua energia corpórea desabrigou a essência do meu ser e o vazio da tua ausência assoberbou-se do meu espírito…. Um vazio inócuo, em forma de solidão.
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Na lembrança nostálgica silêncio a minha voz e escuto o teu timbre… Ecoa na minha alma sem som.
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Tenho medo de esquecer a tua sonoridade, apreensão deixar de sentir este declínio depressivo…
Porque de certa forma enquanto sentir-te na melancolia vives em mim.
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Nas profundezas dos meus sentidos, sei que não me deixaste espiritualmente desamparada, apenas seguiste uma jornada antes de mim.
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Solidão – essa fusão entre a reminiscência e o princípio vital terreno.
Andreia Silva, 29 anos
Gestora de Seguros
Lisboa (Portugal)
No Silêncio da Solidão
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