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O time Brasileiro de Vôlei Masculino perde a final do mundial em 2018.

m sua quinta final consecutiva de

Campeonato Mundial, a seleção brasileira masculina de vôlei foi vice-campeã (30/09). Em Turim, na Itália, onde aconteceu toda a Fase Final, o Brasil foi superado pela Polônia por 3 sets a 0 (26/28, 20/25 e 23/25) e encerrou a competição com a medalha de prata após a campanha de 10 vitórias em 12 jogos.

O técnico do Brasil, Renan Dal Zotto, analisou a partida final e destacou a eficiência dos dois principais jogadores poloneses.

A gente estudou muito esse time, acon-

teceu o que esperávamos. O jogo deles é baseado no Kurek e no Kubiak. Kurek é um jogador que vem tentando se firmar nos últimos anos, e nesse ano foi merecidamente escolhido o melhor da competição. É uma referência, pegando bolas altas, jogando solto, é o grande oposto do mundo, hoje.

E

solto, é o grande oposto do mundo, hoje. E Kubiak um jogador espetacular, um estilo parecido com o Ngapeth, mas pegando bolas um pouco mais baixas. Ele constrói o jogo. A Polônia joga baseada nesses dois pilares. Eles estiveram muito bem. Em alguns momentos nosso saque entrou bem e eles conseguiram segurar, souberam contornar e foram muito eficientes. Nos preparamos, estudamos, mas infelizmente não foi suficiente", avaliou Renan.

Após a partida decisiva, o levantador Bruninho, capitão da seleção brasileira, elogiou o grupo que ficou com a prata.

Esse é um grupo que nunca desistiu.

Foram tantas batalhas, tantas guerras, ao final agradeci muito ao Lipe, um exemplo de superação. Atletas como Evandro, William, jogadores que mesmo estando no banco, sempre deram o máximo, nunca ‘tiraram o pé’.  Caras que são inspiração, e torço para que isso siga. Fica a sensação de um time muito unido e que jamais desistiu. Agora vamos pensar para frente, nosso vôlei continua entre os melhores”, disse Bruno.