Revista Técnica RS Revista Técnica RS n.2 | Seite 85

REVISTA TÉCNICA DA ESCOLA SENAI ‘‘ROBERTO SIMONSEN’’ O atuador linear elétrico que equipa a cadeira possui capacidade de 3000N promovendo a ação de levantar e abaixar a carga conseguindo a diferenciação de níveis de altura. Por fim, o sistema elétrico é alimentado por 1 (uma) bateria de 12v e possui outra bateria de reserva permitindo ao usuário a escolha de uma delas para o uso enquanto mantém a outra para uso posterior ou para futura recarga se já utilizada. Figura 3 - Movimentos e perspectivas da C.A.M. Considerações Finais A Cadeira Auxiliar para Mecânicos (C.A.M.) visa promover conforto e auxiliar o mecânico em sua rotina diária, proporcionando ganhos na produção e buscando reduzir os riscos ergonômicos das tarefas laborais como as lesões causadas por estresse, atividade prolongada e repetitividade. Oficinas de médio e grande portes, geralmente, possuem elevadores hidráulicos que auxiliam seus colaboradores na manutenção e locais das máquinas de difícil acesso, mas que partem atualmente de investimento estimado em 05 (cinco) mil reais. Nesta linha de raciocínio, a realidade encontrada nas oficinas de pequeno porte é outra, pois nelas, além da disponibilidade para investimento ser mais restrita, há muitas vezes, a questão de limitação de espaço. No polo diametralmente oposto, a C.A.M. vem para ser um alternativo ferramental aos elevadores hidráulicos de grande porte e investimento no conforto laboral. É um produto pensado para oficinas com pouco espaço, poucos recursos financeiros e mecânicos que necessitem de maior flexibilidade para tarefas de longa duração em posições horizontais ou agachadas; que tenham sua mobilidade reduzida por algum motivo, como por exemplo, a idade avançada ou doenças ocupacionais onde o trabalho sentado ou deitado venha a ser de grande ajuda para a continuidade da execução de sua profissão; além de poder ser utilizada em outras diversas funções como nas manutenções e limpezas de aeronaves nas quais os acessos inferiores possuem espaços reduzidos. 85 REVISTA TÉCNICA DA ESCOLA SENAI “ROBERTO SIMONSEN” – SÃO PAULO – n. 2, jun./dez. 2018