Pensar as narrativas e preceitos que sustentam
a diversidade de coisas que consumimos é
também atentar para as relações de poder que
podem estar mascaradas em imagens, cores e
frases chamativas. O gozo aparece aqui, então,
como uma forma de trazer para perto
discussões que, apesar de envolverem corpos
específicos, precisam ser mais debatidos em
sociedade.