Revista LiteraLivre 1ª Edição | Page 91

LiteraLivre nº 1 Sedent(ári)o Guilherme Aniceto Itajubá/MG Tenho sede de coisas que não são corpo, que são alma. Não faço flexões para que o braço cresça, faço reflexões para que a mente expanda. A minha cabeça ferve e a minha verve explode. O poema nasce, eu cresço. E é por dentro que me dói o crescimento. O monstro que sai da minha jaula é a ignorância. https://www.facebook.com/guilherme.aniceto 86