LiteraLivre nº 1
Sedent(ári)o
Guilherme Aniceto
Itajubá/MG
Tenho sede de coisas
que não são corpo,
que são alma.
Não faço flexões
para que o braço cresça,
faço reflexões
para que a mente expanda.
A minha cabeça ferve
e a minha verve explode.
O poema nasce, eu cresço.
E é por dentro
que me dói o crescimento.
O monstro
que sai da minha jaula
é a ignorância.
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