LiteraLivre Vl. 4 - nº 19 – Jan./Fev. de 2020
Raoult Ameixa
Lisboa – Portugal
Poemas sem verbos
Aquando flor poente,
Vasto e extenso vale.
Por lá? Água e gente,
Techno minimal.
Agropecuária
Um tanto intensiva.
Societal pária
Incompreensível.
Neste céu azul,
Sol vadio brilhante.
Diferença gritante
Do Norte p’ro Sul.
Do norte, ondas vêlhas
Na areia. Apáticas,
As sabogas estáticas,
Mortiças savelhas.
Escama: Primavera;
Eu cão, ela fera.
Fascínio febril,
Vida louca a mil.
Um cavalo e um cão,
Águia num avião.
Pedalante louca
Linda, pão à boca.
‘stranha minha dona
(Com que catatua).
Atitude; a sua?
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