Revista LiteraLivre 19ª edição | Page 139

LiteraLivre Vl. 4 - nº 19 – Jan./Fev. de 2020 Luís Amorim Oeiras, Portugal Sonhos de Natal Pela quadra natalícia Chegará a rio que lhe cante A criança pedia nova carícia A felicidade por diante. Em forma de belo conto Basta o fechar de olhos Desejavelmente sem ponto Para o ver de flores aos molhos Que tivesse seu final De adorno feito paraíso Antes um contínuo ideal Na juventude seu riso Num enredo o mais terno Eterna por alcançável Que lhe fosse por eterno. Querendo ser dançável E história enfim começada A criança no seu reino ao som Deu por atenção contada Do Natal presente em feliz tom. Como um especial desejo E se a terra da fantasia Feito em meninice Estiver no seu coração Que não tenha ensejo No sempre que houver dia Em crescer por gulodice E na seguinte escuridão Rumo ao estado adulto Que seja apenas de horário Quando atingir o ser culto Nunca o seu contrário Também é viver sua idade Lhe colocará entrave De criança na verdade Ao ser criança voando A mágica lanterna esfregando Como encantada ave E recolhendo vontade caminhando Por entre sonhos cantando Para si em admiração Na felicidade irradiada Nos desejos por adição Entre raios solares Em como mudando cores Pela manhã baptizada Do céu sem temores E estrelas aos pares E apanhando estrela à mão Nos sonhos da madrugada. Em andamento por intenção https://www.facebook.com/luisamorimeditions [136]