“S empre tive uma péssima relação
com o meu corpo. Buscava uma per-
feição simétrica irreal, me via de uma
forma totalmente desproporcional.
Depois de tanto ódio comigo mesma,
enfim consigo me ver de uma forma
mais gentil e amável. Afinal, amar
a si mesma não é uma tarefa fácil,
mas aceitar cada pedacinho seu e
reconhecer que existe beleza ali, já é
um grande passo para entender que
você é o grande amor da sua vida”.
Isabela Almeida - 21 anos
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