Frida
Radical
Nasce entre os anos 60 e 70 e acredita
que a raiz da opressão feminina são aos papéis
sociais inerentes aos gêneros. O feminismo
radical entende que a dominação por parte
dos homens se dá justamente pela mulher “ser
mulher” - por ser biologicamente “fêmea”. É
importante lembrar que a palavra “radical”
tem a ver com a ideia de “raiz”, no sentido de
“origem”, e não no sentido de “extremo”.
Marxista
Acredita que a divisão de classes e o
capitalismo são os principais responsáveis
pela opressão das mulheres, ou seja, a opres-
são das mulheres está relacionada com as
estruturas sociais, políticas e econômicas do
capitalismo. Essa vertente defende a ideia de
que a opressão só irá acabar, quando o capita-
lismo deixar de existir.
Anarquista
Acredita que a liberdade da mulher
está na abolição da opressão em suas mui-
tas formas: ideológica (religiosas, culturais),
econômica (capitalismo), do Estado (hierar-
quias); violência; etc. O anarcofeminismo
busca combater coletivamente a dominação
masculina, atitudes de propriedade e controle
sobre as mulheres, é contra as leis repressivas
e luta pela autonomia e independência econô-
mica e social das mulheres.
mas opressões; ela coloca as mulheres negras
como sujeitos políticos e, também, questiona
a suposta superioridade da mulher branca em
relação à mulher negra.
Lésbica
Essa vertente procura combater a les-
bofobia e fazer uma crítica à feminilidade
como instrumento de dominação patriarcal.
O feminismo lésbico acredita que a mulher só
será livre com a destruição da heterossexua-
lidade como um sistema social que oprime as
mulheres e reforça o papel de dominação dos
homens em relação a elas. Vale ressaltar que
o feminismo lésbico é uma forma de resistên-
cia às instituições “feitas pelo homem”.
Trans
Essa vertente defende os direitos re-
produtivos da mulher trans e reforça a ideia
de que a transexualidade não é um transtor-
no ou patologia. Além disso, ela busca des-
construir a perspectiva biológico-cisgênera
(mulher-vagina/homem-pênis) do corpo e
defender o livre exercício da sexualidade das
mulheres trans, cabendo a elas de-
cidirem como exercê-las.
Negra
Tem como objetivo combater o sofri-
mento duplo da mulher negra na sociedade,
ou seja, a discriminação por “ser mulher” e a
discriminação por ser negra (preconceito ra-
cial). Essa vertente rompe com a ideia de que
todas as mulheres são iguais e sofrem as mes-
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