Revista de Medicina Desportiva Informa Novembro 2012 - Page 21

Fig . 14 – 2 .º, 3 .º e 4 .º interósseos dorsais
Fig . 15 – Interósseos palmares
Fig . 16 – Abdutor do dedo mínimo
Fig . 17 – Oponente do dedo mínimo
Fig . 18 – Flexor do dedo mínimo
O nível da compressão deve ser determinado , pois implica alteração no tratamento . Os níveis de compressão podem ser na goteira retrocondiliana ( traumatismos repetitivos , fraturas distais do úmero , luxações do cotovelo , formação de calos ósseos , osteoartrose , anomalias congénitas do epicôndilo medial ou valgo do cotovelo ), no túnel cubital ( flexões repetidas ou forçadas do cotovelo ) ou no canal de Guyon ( lipoma , quisto sinovial , aneurisma ou compressão crónica pelo volante de bicicleta / motociclo , bengalas ou atividade ocupacional ).
Fig . 19 – Teste muscular do 1 .º interósseo dorsal
O teste do primeiro interósseo consiste na abdução do primeiro dedo . Pede-se ao utente que faça a extensão dos dedos , assegurando que estão alinhados com a palma da mão . De seguida , estabilizam-se os restantes dedos e tenta-se vencer a resistência oferecida pelo dedo indicador abduzido ( Figura 19 ) 2 , 3 , 4 .
Atrofia da eminência tenar
Os músculos desta região são inervados pelo nervo mediano , e incluem o curto abdutor ( Figura 20 ), o curto flexor ( Figura 21 ) e o oponente do polegar ( Figura 22 ). Alguns anatomistas incluem no grupo muscular da eminência tenar o músculo adutor do polegar , apesar de ser mais profundo e inervado pelo cubital .
Fig . 20 – Curto abdutor do polegar Fig . 21 – Curto flexor do polegar Fig . 22 – Oponente do polegar
Fig . 23 – Teste muscular do curto abdutor do polegar
Deve testar-se o curto abdutor do polegar . Primeiro pede-se que o utente alinhe a palma com o antebraço em supinação . Depois pede-se que mova o polegar em direção ao seu nariz . Estabilizando a palma , pressiona-se na terminação da falange proximal para vencer a resistência ( Figura 23 ). A compressão pode ser , mais frequentemente , no canal cárpico , ou , mais proximalmente , ao nível do ligamento de Struthers ou entre as cabeças do músculo redondo pronador 2 , 3 , 4 .
Meios complementares de diagnóstico e tratamento
O diagnóstico da maior partes das atrofias descritas pode ser feito de modo exclusivamente clínico , como para os casos típicos de síndromes canalares do mediano ou do cubital . Os estudos de condução nervosa e a eletromiografia podem , contudo , ser úteis para a confirmação do diagnóstico , para melhor localização topográfica e para a gradação da lesão . Podem ainda ser úteis para o diagnóstico diferencial e para haver um estudo eletrodiagnóstico de base . O diagnóstico pode ser confirmado com um simples bloqueio nervoso com agente anestésico . Nas apresentações atípicas , pode ser pedida uma ressonância magnética para a identificação , por exemplo , de massas responsáveis pela compressão 4 .
Bibliografia
1 . Krivickas LS , Wilbourn AJ . Peripheral nerve injuries in athletes : a case series of over 200 injuries . Semin Neurol . 2000 ; 20 ( 2 ): 225-32 .
2 . Daniels L , Williams M , Worthingham C . Le testing . 2 .ª ed . Maloine . Paris . 1958 .
3 . Kendall F , McCreary E . Muscles testing and function . 3 .ª ed . Williams and Wilkins . Baltimore . 1983 .
4 . Leis A , Trapani V . Atlas of Electromyography . 1 .ª ed . Oxford University Press . 2000 .
Revista de Medicina Desportiva informa Novembro 2012 · 19
Fig. 14 – 2.º, 3.º e 4.º interósseos dorsais Fig. 15 – Interósseos palmares O nível da compressão deve ser determinado, pois implica alteração no tratamento. Os níveis de compressão podem ser na goteira retrocondiliana (traumatismos repetitivos, fraturas distais do úmero, luxações do cotovelo, formação de calos ósseos, osteoartrose, anomalias congénitas do epicôndilo medial ou valgo do cotovelo), no túnel cubital (flexões repetidas ou forçadas do cotovelo) ou no canal de Guyon (lipoma, quisto sinovial, aneurisma ou compressão crónica pelo volante de bicicleta/motociclo, bengalas ou atividade ocupacional). Fig. 16 – Abdutor do dedo mínimo Fig. 17 – Oponente do dedo mínimo o curto abdutor (Figura 20), o curto flexor (Figura 21) e o oponente do polegar (Figura 22). Alguns anatomistas incluem no grupo muscular da eminência tenar o músculo adutor do polegar, apesar de ser mais profundo e inervado pelo cubital. Fig. 20 – Curto abdutor do polegar Fig. 21 – Curto flexor do polegar Fig. 22 – Oponente do polegar Fig. 19 – Teste muscular do 1.º interósseo dorsal O teste do primeiro interósseo consiste na abdução do primeiro dedo. Pede-se ao utente que faça a extensão dos dedos, assegurando que estão alinhados com a palma da mão. De seguida, estabilizam-se os restantes dedos e tenta-se vencer a resistência oferecida pelo dedo indicador abduzido (Figura 19)2,3,4. Atrofia da eminência tenar Os músculos desta região são inervados pelo nervo mediano, e incluem Fig. 23 – Teste muscular do curto abdutor do polegar Deve testar-se o curto abdutor do polegar. Primeiro pede-se que o utente alinhe a palma com o antebraço em supinação. Depois pede-se que mova o polegar em direção ao seu nariz. Estabilizando a palma, pressiona-se na terminação da falange proximal para vencer a resistência (Figura 23). A compressão pode ser, mais frequentemente, no canal cárpico, ou, mais proximalmente, ao nível do ligamento de Struthers ou entre as cabeças do músculo redondo pronador2,3,4. Fig. 18 – Flexor do dedo mínimo Meios complementares de diagnóstico e tratamento O diagnóstico da maior partes das atrofias descritas pode ser feito de modo exclusivamente clínico, como para os casos típicos de síndromes canalares do mediano ou do cubital. Os estudos de condução nervosa e a eletromiografia podem, contudo, ser úteis para a confirmação do diagnóstico, para melhor lo [^pܰYXHH\HHܘYpB\ˈ[HZ[H\0Z\\H™XY۰XY\[X[H\H]\[H\Y[]XY۰XH\KXY۰XH\ۙ\XY˜H[H[\\]YZ[\˜HY[H[\0\Xˈ\\\[pY\]0\X\H\YYH[XB\۰蛘XHXY۰]XH\HHY[YXp܈^[\HX\\œ\ۜ]Z\[H\\ X[ܘYXBKHܚ]X\[\R\\\[\B[\Y\[]]\ΈH\H\Y\وݙ\ [\Y\ˈ[Z[]\ ̌ NKL̋H[Y[ [X[\Kܝ[[HˈB\[ˈ Y X[\\ˈ NMN ˂H[[XܙX\HK]\\\[[[[ۋ ˰Y [X[\[[[ˈ[[[ܙK NN ˂ HZ\K\[H]\و[X^[ܘ\KKY ܙ[]\]H\ˈ ]\HHYYX[H\ܝ]H[ܛXHݙ[X L0 NB