Revista de Medicina Desportiva Informa Maio 2012 - Page 31

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Crédito da segunda imagem – http :// www . google . com / imgres ? q = strength + trainin g + and + ageing & hl = pt-PT & sa = X & biw = 1440 & bih = 797 & tbm = isch & prmd = imvns & tb nid = l6fZDB02kgnAlM :& imgrefurl = http :// www . soloflex . com / health-wellness / weightloss-health-wellness /& docid = nHXckb2hrtNSlM & imgurl = http :// www . soloflex . com / wp-content / uploads / old-lady-exercising-411x500 . jpg & w = 411 & h = 500 & ei = HtyL T93SBMWYhQfjnPToCQ & zoom = 1 & iact = hc & vpx = 873 & vpy = 132 & dur = 182 & hovh = 14 1 & hovw = 116 & tx = 100 & ty = 109 & sig = 100992055038523342273 & page = 1 & tbnh = 141 & t bnw = 116 & start = 0 & ndsp = 29 & ved = 1t : 429 , r : 26 , s : 0 , i : 121
A osmolaridade do fluido lacrimal ( FL ) como marcador potencial do estado de hidratação Fortes , M . B . et al . Med Sci Sports Exerc , 43 ( 8 ): 1590-1597 , Agosto 2011
Define-se desidratação quando o défice de água corporal é superior a 2 % do peso corporal . O sujeito de 75 kgs de peso estará desidratado quando tiver perdido 1,5 kg do seu peso , em água . Existem outros modos de quantificar a desidratação , sendo uns invasivos ( osmolalidade plasmática - OsmolP ) e outros não ( osmolalidade e gravidade específica urinária ( GEU ), osmolalidade FL - OsmolFL ). Tem sido usada a osmolalidade do FL para estudo do estado de hidratação , pois considera-se que ele é isotónico com o plasma sanguíneo , mas a técnica tem sido demorada e exigente . Produz-se entre 0.15 a 1.2 ml / dia de FL . Os autores apresentam os resultados obtidos com a utilização de um aparelho comercial , de fácil uso , com tempo de recolha inferior a 5 ”, o que evita a evaporação de água durante a recolha . Participaram 14 sujeitos dos 2 sexos , não utilizadores de lentes de contacto . Verificaram que a osmolalidade do FL refletia alterações no estado de hidratação , sendo a correlação entre a OsmolP e a OsmolFL elevada ( r = 0.93 ), sendo superior à encontrada entre a OsmolP e a GEU ( r = 0.72 ). A OsmolFL foi cerca de 5-9 mOsmol superior à OsmolP . Os autores tentaram criar valores de referência para a OsmolFL . Referem que , apesar do estado de hidratação variar de modo normal ao longo do dia , o valor de 294 mOsml / l poderá ser o valor basal e que a partir do valor de 310 mOsmol / l existe desidratação ( OsmolP > 301 mOsmol / l e GEU > 1.025 gr / l ). Referem que é método é útil para a prática da medicina , desportiva ou geral , no praticante desportivo , ou no contexto clínico ( idosos , internados , etc .), pois é um método não invasivo , de fácil acesso , com curto tempo de coleção do FL e apenas se recolhe 50 nL de FL . Concluem que a OsmolFL aumentou com a desidratação e acompanhou as alterações da OsmolP , com utilidade comparável à GEU . Mais informação sobre o aparelho em www . tearlab . com . BR .
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resistance training on resting blood pressure: a meta-analysis of randomized controlled trials. J Hypertens. 2005:23(2), pp. 251-9. 12. Cauza E., Hanusch-Enserer U., Strasser B. et al. The relative benefits of endurance and strength training on the metabolic factors and muscle function of people with type 2 diabetes mellitus. Arch Phys Med Rehabil. 2005: 86(8), pp. 1527-33. 13. Cauza E., Hanusch-Enserer U., Strasser B. et al. Strength and endurance training lead to different post exercise glucose profiles in diabetic participants using a continuous subcutaneous glucose monitoring system. Eur J Clin Invest. 2005: 35(12), pp. 745-51. 14. Chang Y.K., Pan C.Y., Chen F.T., et al. Effect of Resistance Exercise Training on Cognitive Function in Healthy Older Adults: A Review. J Aging Phys Act. 2011 Dec 20. 15. Liu-Ambrose T., Donaldson M.G. Exercise and cognition in older adults: is there a role for resistance training programmes? Br J Sports Med. 2009: 43(1), pp. 25-7. 16. Colcombe S., Kramer A.F. Fitness effects on the cognitive function of older adults: a meta-analytic study. Psychol Sci. 2000: 14(2), pp. 125-30. 17. Singh N.A., Stavrinos T.M., Scarbek Y. et al. A randomized controlled trial of high versus low intensity weight training versus general practitioner care for clinical depression in older adults. J Gerontol A Sci Med Sci. 2005: 60(6), pp. 768-76. 18. Roth S.M., Ivey F. M., Martel G. F. et al. Muscle size responses to strength training in young and older men and women. J Am Geriatr Soc. 2001: 49, pp 1428-33. 19. Liu, C. J., Latham N. K. Progressive resistance strength training for improving physical function in older adults. Cochrane Database Syst Rev. 2009:3, CD002759. 20. Peterson M.D., Sen, A., Gordon P.M. Influence of Resistante Exercise on Lean Body Mass in Aging Adults: A Meta-Analysis. Med Sci Sports Exerc. 2011: 43(2), pp 249-58. 21. Melton L.J., Koshla S., Crowson C.S., et al. Epidemiology of sarcopenia. J Am Geriatr Soc. 2000:48, pp. 625-30. 22. Orr R., Raymond, J., Singh M.F. Efficacy of Progressive Resistance Training on Balance Performance in Older Adults: A Systematic Review of Randomized Controlled Trials. Sports Med. 2008: 38 (4), pp 317-43. 23. Santa-Clara, H. Programas de treino de força muscular para o idoso. In Barreiros, J, Espanha, M., Correia, P.P. (Eds) Actividade Física e Envelhecimento. Edições FMH, 2005 pp. 153-67. 24. Tomás R. Fortalecimento Muscular. Branco, P.S. (Eds).Temas de Reabilitação: Cinesiterapia e Massoterapia. Medesign, 2010, pp. 11-33. 25. American College of Sports Medicine. ACSM’s Guidelines for Exercise Testing and Prescription. Lippincott Williams & Wilkins. 2009. 26. Sale, D.G. Neural adaptation to resistance training. Med Sci Sports Exerc. 1988:20, pp. S135-45. Crédito da segunda imagem – http://www.google.com/imgres?q=strength+trainin g+and+ageing&hl=pt-PT&sa=X&biw=1440&bih=797&tbm=isch&prmd=imvns&tb nid=l6fZDB02kgnAlM:&imgrefurl=http://www.soloflex.c KX[ ][\ZYZX[ ][\əY[،I[Y\Z˜ٛ^ K X۝[ \Y [YKY^\\[M L^ L ɝM LIML ZORSLГUZYIOLIXXZɝN ɝOLL̉\LN ݚLMIݝLLMLL OLLIYLL NL ML L ɜYOLILM ILLM\L LIYL] KΌ NLBH[\YYHZY›Xܚ[X[  H[X\Y܂[X[\YHY]p‘ܝ\K][ YYHܝ‘^\  NMNL LMNMY LBY[K\H\Y]p]X[™0YXHH0YXHܜܘ[0H\\[܂H H\ܜܘ[ ZZ]BHH\\\H\Y]Yœ]X[]\\Y K Hœ]H\[H0YXK^\[H]›[H]X[YX\H\Y]p[[[\] [[YYH\p]XH H[ HB] [[YYHHܘ]YYH\XYXH\[\XH UJK[[YYH H[ K[BY\YHH[[YYH\H\Y\YHY]p\ۜY\K\H]YH[H0B\0ۚXH\XH[p[[X\H0XۚXH[HY[[ܘYBH^Y[K^\H[H MBH K[ XHH ]]ܙ\˜\\[[H\[Y؝Y˜HH][^pH[H\\[˜Y\X[ HX[\H[\™HXH[\[܈H x'K]YH]]BH]\ܘpH0YXH\[HBXK\X\\[H MZZ]™ ^][^Yܙ\B[\H۝Xˈ\YX\[B]YHH[[YYHY]XB[\pY\\YHY]p[Hܜ[p[HH[HH[[]YH L LK[\\[܈0[۝YB[HH[HHUH L ̊KH[H\HH KNHS[\\[܈0[ ]]ܙ\[\[HܚX\[ܙ\HY\ꛘXH\HH[ Y\[H]YK\\\\YHY]p\X\H[ܛX[[ۙ™XK[܈H MS[ \H\[܈\[H]YHB\\[܈H LS[ ^\H\Y]p [ HS[ HUO K H܋ KY\[H]YH0Hp]0H0[\HB]XHHYYX[K\ܝ]HB\[ ]X[H\ܝ]B۝^0[X Y[\Y]ˊK\0H[Hp]š[\]HX[X\H\[\HpH\[\œHXH LH ۘY[B]YHH[][Y[HBH\Y]pHX\[B\[\pY\H[ B][YYH\\][0UKXZ\š[ܛXp؜H\\[[B˝X\XK]\HHYYX[H\ܝ]H[ܛXHXZ[ L0 B