Revista Crea-SP | nº 05 - Page 12

14 Andreia Vieira Guerra ............... Departamento de Apoio ao Colegiado 1 Cristiano Carlos Mariz Waster ........................... UGI Presidente Prudente Jose Alberto de Arruda Ignacio .......................................... UGI Campinas Maria Madalena Meira ............. Departamento de Apoio ao Colegiado 4
15 Ricardo Cury ...................................................................... UGI Araçatuba
Thais Fernanda Gobbi Bitencourt .......................................... UGI Marília 16 Luciano de Oliveira Barbosa .................................................... UGI Santos 18 Adriane Brandao Lopes ........................................................... UOP Avaré Alan Alves Luiz ........................................... Unidade de Desenvolvimento Andre Militao da Silva .......................... Unidade de Contratos e Licitação Anna Maria Di Lisi ........................................... UGI São José dos Campos Cleide Silva Dias dos Santos ............................. Unidade de Atendimento 19 Thais R . P . Pascholati ................................. Dep . de Apoio ao Colegiado 3 20 Cristiano Marx Costa Lopes .................................................. UPS Palmital Izildinha Helena Visoli .................... Unidade de Serviços Administrativos Luciana dos Santos Demarqui ........ Unidade de Serviços Administrativos 21 Marilene Scheffer do Nascimento ................................................ UGI Sul 22 Patricia de O . Astolfo ....................................................... UOP Mongaguá
23 Eunice R . de Melo ....................................................... UOP São Sebastião Roberto Terner Gyori ................................................. UOP Caraguatatuba
24 Maria A . Gomes de Lima ................ Unidade de Serviços Administrativos Milene Francis de Oliveira Spigolon ....................................... UGI Marília Sandra F . Bandeira ........................................................... UGI Araraquara Valerio Cesar de Oliveira Camargo ................................ UOP Serra Negra
26 Araken Seror Mutran ................................................... UGI Ribeirão Preto Marcos Romualdo ......................................................................... UGI Sul Nelson Oliveira Silva ........................... Unidade de Parcerias e Convênios Simone Alves Agostinho ........................................................... UGI Oeste
27 Carlos Fernando Gioia Galliza .................................................. UGI Oeste Clara M . F . Matsuhasi ................................................................. UOP Poá Marlene Bordon Canciani ................................................ UGI Americana
28 Danielle Poi Junqueira ....................................................... UGI Araçatuba Danilo A . Scardelato ....................................................... UOP Bebedouro Elizabeth Constantino ..................................... Unidade de Contabilidade 29 Rosana A . Vaz de La Torre ................. Unidade de Fiscalização e Registro 30 Adriana de Oliveira Sales ................................................... UOP Ubatuba
Juliana N . Santos ....................... Departamento de Apoio ao Colegiado 4
06 / 11 Ana Claudia Rodrigues
UGI Mogi Guaçu
27 anos
Alan Alves Luiz
SUPADM – UDE
11 anos
Cleozita R . Franceschini Ortiz
UGI Botucatu
11 anos
Gilberto Gonzaga
UGI Registro
11 anos
Guilherme Alves dos Reis
UOP Paraguaçu Paulista
11 anos
Maria Cristina Kerassiotis
Dep . de Apoio ao Colegiado - Dac1
11 anos
Maria Eugenia da Costa
UGI Santos
11 anos
Paulo Rogerio Prado
SUPADM – USA
11 anos
Ricardo Meyer Viaro
UOP Santa Cruz do Rio Pardo
11 anos
Rosana Cristina Silva Lahoz
Unid . de Administração de Pessoal
11 anos
Vivian Ribeiro Vieira da Silva
UOP São Vicente
11 anos
08 / 11 Cleide Silva Dias dos Santos
Unidade de Atendimento
11 anos
09 / 11 Cristiane Rezende de Freitas
Dep . de Apoio ao Colegiado - Dac1
8 anos
Danielle Poi Junqueira
UGI Araçatuba
8 anos
Marco Antonio Fiorin de Mello
Dep . de Apoio ao Colegiado - Dac2
8 anos
13 / 11 Luciana dos Santos Demarqui
Unid . de Serviços Administrativos
28 anos
14 / 11 Maria Madalena Meira
Dep . de A . ao Colegiado 4 - Dac4
28 anos
Eli Vieira de Freitas Dibbern
UGI Limeira
26 anos
16 / 11 Regiane Sayuri Motoda
UGI Sul
8 anos
Gustavo Augusto B . Rodrigues
Supcev
1 ano
Tiago Junqueira Ruiz
AS – Assessor
1 ano
17 / 11 Leandro Sartori Molino
AS – Assessor
1 ano
19 / 11 Deise Camilo Antunes
Subproc . de Exec . F . e Conciliação
33 anos
Neusa Abadia Costa Aguiar
Dep . de Apoio ao Colegiado - Dac1
26 anos
Adriano Meirelles de Araujo
UGI Norte
16 anos
24 / 11 Ines Granada Pedro
SUPADM – USU
42 anos
Daisy A . Santos Bazo Rodriguez
Unid . de Administração de Pessoal
8 anos
Djanira Maria Amadeu da Silva
SUPADM - Unid . de R . Materiais
8 anos
Maria Izabel Alves da Costa
SUPADM – USA
8 anos
Roseli Nogueira Avigni
Supger – UFI
8 anos
26 / 11 Maria Leticia da Silva
UGI Capital Centro
27 anos
28 / 11 Joelma Vilarino da Cruz
UGI Barueri
27 anos
29 / 11 Jose Carlos Augusto
Unidade de Fiscalização e Registro
41 anos
REVISTACREA-SP | 7
PERFIL Identidade preservada, privacidade respeitada LGBT E AMBIENTE DE TRABALHO: INCLUSÃO É UMA BOA Cenário 1: em 15 de setembro, um juiz do Distrito Federal assina uma liminar autorizando psicólogos a oferecer terapias de reversão sexual sem punição do Conselho Federal de Psicologia (a OMS excluiu a homossexualidade da lista de doenças em 1990). Imediatamente as redes sociais entraram em curto- circuito, com discussões acaloradas contra e a favor do que é chamado pejorativamente de “cura gay”. Cenário 2: um dia depois, a drag queen Pabllo Vittar surge “de surpresa” no show da cantora Fergie na abertura do Rock in Rio e se torna o nome mais comentado do festival. De novo, as redes sociais explodem em comentários, uns elogiosos, outros nem tanto. Os dois cenários ajudam a explicitar a nossa total “falta de jeito” para lidar com as diferenças, mostrando como faz falta um consenso do nosso entendimento sobre tolerância, respeito e empatia. Na vida corporativa, não é diferente: algumas empresas quebram a cabeça para lidar com essas questões e tornarem-se inclusivas. Quase metade das maiores empresas dos EUA, incluindo-se aí JPMorgan, Facebook, IBM e AT&T, já coletam dados sobre orientação sexual ou identidade de gênero. A ideia é reunir essas informações para desenvolver planos de benefícios melhores e para avaliar promoções que fomentem a diversidade (informações do site da revista Exame). No Brasil, a Du Pont adota, desde 2004, uma política que permite ao funcionário a inclusão do companheiro do mesmo sexo em planos de assistência médica e nos procedimentos de reembolso na compra de medicamentos. Já o HSBC reconhece a união estável de casais homossexuais desde 2007 e permite compor renda para contratar financiamento imobiliário, além de incluir o companheiro ou a companheira no plano de saúde, no seguro de vida e na assistência odontológica (informações do portal UOL). Expor sua vida íntima dentro da empresa é decisão de cada um, mas pode ajudar a criar um ambiente livre de discriminação, aumentando até a Outros funcionários entrevistados preferiram ter sua identidade preservada na matéria. A pessoa nº 1 acredita que essa reportagem “faz uma ‘rachadura’ num sistema historicamente machista e, naturalmente, inundado de preconceito. Em um momento em que vivemos novos ares, nova gestão, é muito oportuno podermos abrir esses armários”. O dia-a-dia no trabalho nem sempre é tão tranquilo. “Já passei por um tipo de situação muito constrangedora que é quando chega novo funcionário na unidade e ou logo é feito um relatório sobre minhas ‘preferências sexuais’ por alguém a quem não outorguei procuração ou há um ‘alerta’ quanto aos ‘riscos’ que minha orientação pode representar (como se eu estivesse sempre em posição de animal predador). Isso é horrível”, desabafa. Embora nunca tenha abordado abertamente a questão com sua família (“infelizmente sou de uma geração em que pouco era falado com os pais; família tradicional, patriarcal, sem o menor espaço para esse tipo de assunto”), hoje a pessoa nº 1 tem uma família homoafetiva formada. “Tenho, inclusive, enteados. Com todos os bônus e ônus que toda família ‘normal’ tem por aí... e arrisco dizer, sem medo de errar, que dou ‘olé’ em muito pai e muita mãe hétero, viu?”. Já a pessoa nº 2 considera a pior ideia preconcebida sobre o assunto “que alguém que goste de uma pessoa do mesmo sexo seja anormal”, destacando: “o importante é que todos saibam, principalmente os que convivem comigo, que eu mereço respeito. É suficiente”. Com família constituída, “acredito que a maneira como ela foi formada e as pessoas que são os ‘pilares’, ou o casal, não importa. Homo ou hétero, casal é casal. E família é família. Quando eu e minha companheira nos conhecemos, já tinha meus dois filhos. Dividimos os cuidados da mais nova (escola, esporte, educação) do mesmo jeito que as decisões com o mais velho (namoro, faculdade, emprego). Somos mãe e pãe”, frisa a pessoa nº 2. produtividade. É o caso do “out and proud” Yuri Motohashi Nicholaiev, agente administrativo da Unidade de Fiscalização e Registro, que considera fundamental declarar sua orientação sexual no ambiente de trabalho. “Não deve existir motivo para se esconder, não mostrar quem você é. Não faz sentido algum você se esconder de si, somente por estar no ambiente de trabalho. Até por que é necessário se empoderar em todos os ambientes sociais. Logo, entendo declarar como não se esconder, posto que sempre esperamos, no mínimo, tolerância e respeito pelos que são diferentes”, afirma. Mas o preconceito existe e Yuri já precisou lidar com isso. “Passei uma única vez por uma situação dessas, quando dava aula em uma escola de idiomas. Mas foi um caso a parte, vindo de uma única pessoa”, pontua, acrescentando: “o pior é achar que as pessoas da comunidade LGBTQ são depravadas, não possuem religião, foi falta de apanhar em casa, além, é claro, de achar que é uma opção. Não! Somos o que somos desde que nascemos. Existem diferenças no mundo, as quais fazem com que a vida neste planeta torne-se interessante”. Já em casa, “meus pais sempre me aceitaram, por serem muito abertos quanto à sexualidade humana e desconstrução de gênero”. Para Yuri, o importante é que os colegas de trabalho “saibam que, independente de minha sexualidade, sou um igual. Tenho família, pessoas que amo, uma vida al :FR֖6WVƖFFS:66RFVfF6VFR W76RfF( &gWGW&V6Vf& Vf:ƖfWFf( :66V6P&v6VFR"VFR&'&v6ƖL:&R"F:|:6RFfWV2F>( ॗW&FVV&V6FFF3( &2VR:6VFVFV6VFFRt%E2Vw&22VƆW&W2( 2VR<:6G&FF06( ֖&>( 6VFR'W66wVFFRFRF&VF2w\:'W66&f:v2<;2VW&V26W"G&FF06RFW"2W62F&VF2FPWFW&76WV2'&62WF>( )yW7F&W'FvVfV7VvW7L:6FVF"L:7V7VvW7L:6&2,;72;W&2द&Ɨ7FW,:6FRV""Rb2B5$T5"Rb2B5$T5