Revista Crea-SP | nº 05 - Page 10

NOVEMBRO

Feliz

ANIVERSÁRIO

03 Armando Silvestrini Junior ........................................... UGI Pirassununga Denise Maringolo Lopes ........................................................... UGI Oeste Gislaine de O . Barbosa Porto Faria .................. Unidade de Atendimento 04 Jose Carlos Conde ...................................................................... UPS ABEE 05 Jonatas Augusto Vaz ............................................................ UGI Sorocaba 06 Benedita M . de Andrade ............................ Dep . de Marketing e Eventos
Fabio Vanderlei Vieira .......................................................... UOP Socorro
07 Carolina M . Capacle Del Alamo ............................... UOP Artur Nogueira Daisy A . Santos Bazo Rodriguez ........ Unid . de Administração de Pessoal Daniela L . de Castro ......................................... UGI São José do Rio Preto Gianluca N . Soares .................................. Unidade de Recursos Materiais
09 Sergio Tulio R . Bueno ............................................................... UGI Bauru
Ugo Batista dos S . Rezer ......................... Unidade de Suporte ao Usuário 10 Sonia M . de A . Brito ................................... Dep . de Marketing e Eventos 11 Estevao M . Takemura ........................ Unidade de Fiscalização e Registro 13 Amelia Harumi Hirama ............................................ Unidade de Finanças Gustavo A . Bertoni Rodrigues ............. Superintendência de C . e Eventos Roseli Nogueira Avigni ............................................ Unidade de Finanças
01 / 11 Andreia A . B . C . de Oliveira
Departamento de Finanças
16 anos
Daniela P . Campos Pinheiro
SUPADM – USA
16 anos
Andreia M . G . da Cruz e Sousa
Unidade de Atendimento
11 anos
Tallita Aparecida B . Teixeira
Unidade de Atendimento
11 anos

Aniversariantes de

EMPRESA

03 / 11 Elmina da C . F . F . Goncalves
UGI Oeste
31 anos
Leonilda da Silva Souza
Supger – UCO
31 anos
Renata Correia da Franca Silva
UGI Leste
30 anos
Janaina Macedo Calvo
Unidade de Contabilidade
14 anos
Marcolino da Silva
Dep . de Apoio ao Colegiado - Dac2
9 anos
Thays de Souza Silva
Superintendência Colegiado
8 anos
Camila Conrado Canatto
UGI Sorocaba
7 anos
Camila Maria Madeira Paulo
UGI Sorocaba
7 anos
Jonatas Augusto Vaz
UGI Sorocaba
7 anos
Kleber de Jesus Brunheira
UGI São Carlos
7 anos
Paula Acosta
UGI Franca
7 anos
Paulo Ferreira Cavalcante
UOP Piedade
7 anos
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SAÚDE CURIOSIDADES Cachaça: 11 mitos e verdades sobre a bebida brasileira ESTRABISMO: Um problema de saúde física e emocional Doença que pode interferir no desen- volvimento da visão, além de ser uma barreira social para os pacientes, o es- trabismo caracteriza-se pelo desvio nos músculos dos olhos, o que especialistas acreditam ser um fator hereditário. Presente entre 3% e 7% da população infantil, o estrabismo é uma doença que vai além do fator estético, podendo levar ao comprometimento total da visão caso não seja tratado com antecedência. No caso de adultos, na maior parte das vezes é secundário, ou seja, é causado por algumas complicações neurológicas como AVC, alterações vasculares (diabetes, hipertensão e aneurismas) e tumores. Normalmente vem acompanhado da diplopia (visão dupla). SINTOMAS Além da diplopia, a dor de cabeça e o torcicolo, causados devido à inclinação de cabeça que a pessoa estrábica faz para enxergar melhor, também são sintomas que se destacam. 10 | R E V I S T A CREA-SP TRATAMENTO O tratamento começa pela correção das causas que provocaram o distúrbio; quanto antes for procurado o oftalmologista, melhores e mais rápidos serão os resultados. Os procedimentos terapêuticos têm como objetivo principal corrigir os problemas visuais e incluem o uso de colírios, tampões de olhos, óculos e prismas. As cirurgias só são recomendadas quando ainda houver o desvio dos olhos, mesmo após corrigido o distúrbio que comprometia a visão. NOVAS TECNOLOGIAS Apesar dos tratamentos atuais apresentarem resultados promissores, há novas tecnologias em teste. Nos Estados Unidos, por exemplo, há lentes de óculos de LCD, que podem ficar transparentes ou escuras em ritmos determinados, substituindo o tratamento com tampão ou colírios. ◘ Fontes: Printer Press Ass. de Comunicação LTDA. e sites Visão Laser e Dr. Dráuzio Varella. Uma bebida genuinamente nacional, cheia de aromas e sabores, feita de caldo de cana fermentado e destilado, a cachaça ganhou uma história cheia de mitos e curiosidades. De tudo o que falam sobre a cachaça o que será que é verdadeiro? O especialista Rafael Araújo, da Cachaçaria Nacional, desvenda alguns desses mitos com o intuito de melhorar a experiência que cada gole da bebida proporciona. 1 Cachaça boa é só a amarela Mito. A Cachaça branca, que não possui envelhecimento, é a cachaça pura em sua essência. É a base da amarela, portanto o ideal é que seja boa para produzir uma boa amarela. 2 Quanto mais envelhecida, melhor é a cachaça Mito. O tempo de envelhecimento não determina se a cachaça é melhor ou pior. Geralmente, com o maior tempo de envelhecimento, a cachaça fica mais complexa em suas notas sensoriais. 3 Cachaça artesanal é melhor que a industrial Polêmico afirmar, porém a artesanal tem um cuidado maior em sua produção. O pequeno produtor acompanha todo o processo de destilação para separar a cabeça (primeira porção da destilagem) e a calda (última porção). Estes dois elementos possuem substâncias nocivas à saúde e atrapalham completamente o sabor da cachaça. Já a cachaça industrial de coluna, pelo grande volume produzido, geralmente não consegue extrair e fazer essa separação perfeitamente. 8 Cachaça abre o apetite 4 Cachaça deve ser bebida em copos transparentes 9 A cachaça muito forte “queima” a garganta Verdade. O ideal é que se faça a degustação em copos transparentes para que, pela análise visual da cachaça, possamos ver sua viscosidade, oleosidade e pureza. 5 A cachaça de maior valor tem qualidade superior Mito. Cada produtor tem os seus custos de produção investindo em garrafas personalizadas e na apresentação como um todo. Isso altera o preço final. 6 A cachaça deve ser tomada em pequenos goles Verdade. Costuma-se dizer “em micro goles”, pois deve ser degustada devagar, rodando em toda a boca para que se possa sentir o seu sabor. 7 Cachaça dá dor de cabeça Depende. Cachaças mal produzidas podem dar dor de cabeça. É justamente a que não separa a cabeça e a calda, deixando apenas o coração da destilação. A cachaça bem produzida não dá dor de cabeça. O segredo é tomar com moderação, acompanhada de um copo d’água. Verdade. A cachaça aumenta o apetite pela sua complexidade, pois “abre” as papilas gustativas e prepara para as refeições. Verdade. Quanto maior o teor alcoólico, mais “queima”. Mas depende bastante da forma como se degusta. O ideal é que, antes de engolir, coloque uma pequena quantidade na língua e rode em toda boca, misturando com a saliva, e depois engula. O primeiro gole pode sempre ser “mais forte’”, já os próximos vão ser mais agradáveis, apreciando todas as notas sensoriais. Para iniciantes, são recomendadas as ma ́Ʌ̰ѕȁͱ)( ѕɅ鼁)مѕɵ)YɑՅɑ͕)ɥͽեѼٕ)Ʌѕɵє(ā Յɑє)͵̈́)5ѼAͱ)Օѕȁͱ(єɅ԰ͥɄ͔)Յɑє^`)є9ɕ̈́9)HX$LP IM@)