nho a dizer, é que nunca saberemos como vai ser realizado esse contato. Mas, o que sei, é que se isso realmente ocorrer, mudará por completo nossa sociedade. Porém, surge uma nova questão: mudará para o bem ou para mal?
Então, entramos em outro campo minado de dúvidas e perguntas. Mas, não se preocupe caro leitor, talvez eu tenha essa resposta. Ora, se estamos entrando na suposição que somos visitados há milhares de anos, se esses seres nos quisessem fazer algum mal, já haviam feito antes. Repare como evoluímos tecnologicamente e belicamente comparado aos nossos antepassados. Se há algum período que não é favorável para um contato com intenções malevolentes, esse período é o atual em que vivemos. Nosso poder bélico é tão expressivo, que temos armamentos nucleares o suficiente para eliminarmos nossa condição de vida neste planeta. E este assunto é algo que corriqueiramente é discutido pela Secretaria Geral das Nações Unidas, qual o real perigo de determos expressiva posse de poder nuclear?
Logo, por que os extraterrestres fariam um contato malevolente no momento atual? Não tem cabimento isso. E o que motivaria um contato com intenções malignas?
Para dominar este planeta? Recapitulando, se quisessem dominar, já haviam dominado há muito tempo atrás.
Para extrair o máximo da riqueza natural do nosso planeta?
Aí eu lhe pergunto: mas será que os mesmos já se interessariam por estas riquezas, e por isso mesmo nos visitam tanto? Mas será que é tão necessário nos dominar para realizar esta tarefa? Ora, eles realizam esta tarefa possivelmente há milhares de anos aqui na Terra, por que de uma hora pra outra vão se voltar contra nós? Estamos atrapalhando tanto assim a missão espacial deles? Creio que não.
O fato é: se fossem para nos fazer algum mal, já haviam feito. Ponto.
Porém, devemos nos lembrar de que não é uma única civilização que nos visitam, são várias. E sendo várias, são também várias suas intenções. Mas, fica claro e evidente que as experiências que já ocorreram no fenômeno UFO, apontam que estes seres nos visitam basicamente para estudar e analisar nosso planeta e suas riquezas naturais, realizar experimentos nos humanos (abduções), e em
até certos casos
isolados, realiza-
rem contato aber-
to. Mas, o que há
de comum nestes
casos? Em todos
esses casos, os ex-
traterrestres opta-
ram pelo máximo
da discrição. Logo,
não querem ser
vistos. Mas por
quê? Talvez não seja o momento ideal para a nossa sociedade saber sobre a existência dos mesmos. E do mesmo modo, não estamos preparados para sabermos francamente as suas reais intenções. Mas, nada impede de buscarmos informações e respostas.
Então, em que momento será propício para termos um contato definitivo? Terá algum momento perfeito para conseguirmos este contato aqui na Terra?
É lógico que nunca haverá um momento perfeito. Isso porque nós humanos não somos perfeitos. Nossa sociedade nem de longe está próxima da perfeição. Temos que assumirmos nossa imperfeição e nossos erros. Temos que aceitarmos que aqui em Terra temos problemas muito mal resolvidos, sendo eles principalmente problemas políticos e sociais (em minha opinião, os próprios extraterrestres sabem de alguma forma isso, por esta razão não nos contactaram abertamente). Porém, o que mais me amedronta é saber que podemos mudar esta situação. Mas, cabem as grandes potências e os altos sistemas dos governos divulgarem o que sabem sobre o assunto. O Vaticano já se posicionou oficialmente sobre o assunto, principalmente tendo seu porta-voz o padre jesuíta argentino e astrônomo José Gabriel Funes, que foi diretor do Observatório do Vaticano (conhecido como Specola Vaticana, que é um instituto astronômico de pesquisa dependente diretamente da Santa Sé, e obviamente defende interesses da mesma) que em 2006 ao jornal L’ Osservatore Romano, órgão oficial da Santa Sé, afirmou: “Os extraterrestres são nossos irmãos”. Igualmente à José Gabriel Funes, outro representante o monsenhor Corrado Balducci, teólogo da corte papal, muito respeitado e foi amigo pessoal do papa João Paulo II, sempre falou publicamen-
José Gabriel Funes,
astrônomo do Vaticano
t Observató
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