Reflexões sobre Educação – Nº 01 – 2017
as políticas públicas que a afetam e os repasses financeiros
que recebe. Essa falta de compreensão gera falta de ajuda, ou
melhor, burburinhos! A realização do Censo fica solitária e
quase dramática, pois acaba sendo individualizada e sem
apoio dos colegas.
Num belo dia de período censitário, recebemos a “visi-
ta” da Coordenadora Municipal, que, observando a nossa
realidade, perguntou: “Como conseguem trabalhar aqui? ”
Nós: Sorriso “amarelo” e mãos à obra! Explicamos que preci-
sava ser ali e recebemos uma sacudida de cabeça.
Toda essa história relatada aqui quer, também, servir
para enfatizar a importância da organização antes, durante e
depois do Censo Escolar, e a necessidade de que todos os que
atuam na escola saibam, pelo menos, do que se trata, pois só
com o compartilhamento das informações é que conseguire-
mos um ambiente melhor para “Censitar”.
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SMEC 2017