PROJETO OVNI - PORTUGUÉS Projeto Ovni português | Seite 66

É evidente que a imagem degradada do Führer, pela cultura do sistema, que impõe ao incauto uma visão distorcida de tão importante personagem histórico, que interagiu entre nós tão somente há umas décadas, é um exemplo do poder da propaganda midiática; é inconcebível que um homem tão complexo seja considerado tão sem reflexão, sem a menor consideração, como uma criatura grotesca, psicótica, depressiva e malvada; o que acontece é que a educação dirigida, pouco a pouco, conseguiu amputar nossa parte metafísica, e sem ela, a contraparte, também metafísica de qualquer ente externo, desaparece à vista de um olhar analítico extremamente racionalista e afetivo; já não está ao alcance da consciência; e o homem atual, em maior ou menor grau, sofre essa confusão estratégica que perverteu seu juízo de valores. Esta é a principal causa de sua cegueira gnosiológica. Imagem cultural de Hitler Como pretender julgar a conduta dos homens sem ter uma ideia do móvel axiológico, quer dizer, metafísico, que a originou? Como julgar o Terceiro Reich sem compreender os valores que motivaram sua manifestação no mundo? Os incautos, os crédulos, lançaram a lateralizada crítica de sempre, “é que odiavam os judeus”, mas não se perguntam sequer por qual razão, motivo ou circunstância se os “odiava”. Por capricho? “Não...”, dirão outros tantos que persistem em sustentar esta postura, “odiavam-nos porque eram uma raça inferior”, e se, acima de tudo, o parâmetro que utilizam para medir a presumida inferioridade de uma raça é biológico, todos os que não têm olhos azuis, cabelo loiro e uma estatura de 1,90, incluídos o próprio Hitler, Goebels, Göering, Axman, Borman, e centenas de hierarcas nazis mais, assim como milhões de alemães, europeus e latinos fascistas, que certamente pensavam em tingir o cabelo algum dia, sem falta, para mentir a si mesmos, e ater-se à ideia que toda a cultura lhes atribui como promotores do ódio racial; então, pensam, esta imagem absurda deve ser a “verdade”, porque assim o ensinam no colégio, na universidade e na televisão. Mas, quem são os que ensinam? Um punhado de judeus psicológicos daltônicos, amputados de seu centro metafísico referencial do pensar por e desde si mesmos, ante de emitir juízos de valor, e que, por interesses pessoais, para não nadar contra a corrente e colocar em risco sua reputação, persistem em disseminar a maior mentira da história sem o menor pudor: o “holocausto”.