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Nave mãe Andrômeda-Gërat e Foofigthers
Os Foofigthers.
No ano de 1944, a Alemanha estava sendo submetida a uma crescente onda de
bombardeios sistemáticos com enormes formações de bombardeiros pesados. Durante
as incursões aumentaram dramaticamente os avistamentos de estranhos objetos com
forma de esferas luminosas, causando transtornos nas tripulações que sofriam desde
algum tempo de severa psicose, produzida pela repentina aparição de poderosas armas
secretas alemãs, como os caças a reação Me-262 ou os foguetes interceptores Me-163,
que eram inalcançáveis para o fogo defensivo das fortalezas voadoras e devastadoras
para a moral aliada. Ainda que a princípio se instruísse às tripulações para a não
divulgação destes fatos, logo começaram a espalhar-se para a opinião pública, que
reagiu alarmada, ante a possibilidade de que os alemães pudessem reverter o curso da
guerra, com suas armas secretas.
Segundo testemunhos de aviadores aliados, os estranhos artefatos descreviam um
comportamento de voo muito estranho, e notoriamente superior às possibilidades de um
avião convencional; subidas, descidas, giros e até a possibilidade de ficar estáticos,
para logo desaparecer a uma velocidade alucinante, eram as características mais
frequentemente coincidentes nos relatórios.
Pensou-se na possibilidade de que fosse um fenômeno natural eletromagnético, mas
logo descartou-se aquela especulação, posto que frequentemente aquelas esferas
luminosas se desdobravam em formações, ou descreviam padrões de voo notoriamente
dirigidos.
Após a guerra, se considerariam outras hipóteses; a mais aceita entre os estudiosos do
tema e conhecedores do fenômeno das esferas luminosas é a de que haveria sido um
fenômeno provocado por um complexo sistema desenvolvido pelos alemães para
interferir nos aparelhos eletrônicos com pulsos eletromagnéticos.