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FATOS QUE AINDA NÃO CONTEI 9) Maria é outro ponto da Espiritualidade da Unidade. Na história e na experiência do Movimento, a mãe de Deus foi sempre compreendida como o modelo de quem se diz cristão, modelo de quem realiza perfeitamente a vontade de Deus na própria existência, modelo do perfeito discípulo de Cristo. Além disso, Maria que, aos pés da cruz, perdeu o que possuía de mais precioso, seu Filho, é vista como mestra do “saber perder”, saber pospor tudo para privilegiar a unidade com os irmãos. Cabe, portanto, não só honrar a Maria, mas procurar “revivê-la” na própria existência. 10) Quem adere ao Ideal da Unidade deseja viver sempre com maior integridade o amor mútuo, a fim de realizar a Igreja-comunhão, ou seja uma fraternidade concreta e universal. “Quem vos ouve a mim ouve” (Lc 10,16), afirma Jesus em relação aos apóstolos, ou seja, àqueles a quem confiou a continuação de sua missão na terra. Os membros da hierarquia da Igreja são os herdeiros dessa missão e, portanto, independentemente de sua vida pessoal, possuem uma garantia por parte de Jesus quanto ao seu ensinamento em matéria de fé e de moral, em continuação com a Tradição da Igreja. No início do Movimento, diante de mal-entendidos por parte das pessoas e até mesmo de calúnias contra Chiara e o grupo inicial, Chiara sentiu-se impelida, pela fé, a ir até o bispo de sua cidade. Tinha a convicção de que o parecer dele sobre o que estavam vivendo refletiria o parecer de Deus. Tendo ouvido o relato de Chiara, dom Carlos de Ferrari disse-lhe: “Vão para frente, pois aqui está o dedo de Deus!” 11) “Ouvir aquela voz” é uma recomendação que acompanha a história dos membros do Movimento desde o início, para designar uma contínua confrontação do próprio 16