Em toda a minha vida
Tive a minha alma despida
Vulnerável ao sentimento
Enganada e distraída
Em toda a dor sofrida
Preocupei-me em ser querida
Olhar sempre em frente
E não parecer perdida
Sempre fui de manter a calma
Ate me cruzar com a tua alma
Caída na tua palma
Onde fui por ti deixada
Sempre esperei ter sorte
Na vida após a morte
Onde o meu olhar encontrou
O amor que me magoou.
Ana Godinho