Optimismus Optimismus Magazine Setembro 2014 | Page 59

a areia onde enterro os pés

as pedras da caçada que diariamente palmilho

os caminhos que percorri

e me trouxeram até aqui.

Agradeço,

a água que mata a minha sede

o céu infinito que não posso tocar,

mas, que todos os dias invento

nos sonhos que teimo em sonhar.

Agradeço,

esta força infinita que me preenche

a mão que toca e estas palavras escreve

os lábios que beijam e baixinho murmuram:

“Obrigado, meu Deus, por tudo.”

Paula Magalhães

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