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Cultivamos empatia quando nos predispomos a ouvir,
e transmitimos essa predisposição.
Quando imaginamos o ser mais diferente de nós, e mesmo assim conseguimos ver o que nos une e os pontos em comum.
Estamos no caminho da ressonância quando adaptamos
e trabalhamos a nossa fisiologia
e consequentemente os nossos padrões de pensamento.
Nutrimos a nossa empatia quando praticamos atividades
relacionadas com o que nos rodeia e com o desprendimento da mente.
Praticar mindfulness e estar cada vez mais atento
ao que nos rodeia ajuda no caminho de adotar a perspectiva do outro.
A aceitação é um pequeno passo rumo ao mundo que não é o nosso.
Em geral, saia do seu mundo, explore outras visões, imagine... e a empatia surge mais naturalmente.
Não tire conclusões e não julgue, a sua vida é apenas isso, a sua vida.
Partilhe emoções e terá uma partilha de volta, todas as partilhas nos ensinam um pouco mais sobre o mundo que não é “o meu”.
“Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana seja apenas outra alma humana”
Carl G. Jung
E de volta a nós, eu digo, por mais teorias que conheçamos e por mais técnicas que dominemos, entrar na complexidade de outra alma será sempre um desafio, e vamos sempre
estar ... EMPATIZANDO...!
Bárbara Guimarães