Há um constante alimentar da tristeza, como garantia da rigidez que se pretende, para não ceder, para cumprir a vontade do ego ferido.
Será orgulho?
Poderão ser muitos os motivos, de acordo com cada pessoa, para que não se avance para outro patamar de evolução pessoal, um que leve ao perdão.
Primeiro o perdão a si mesmo, não se condenar por ter vivido determinada situação.
Em seguida ver o outro como um ser que precisa de amor, e mesmo que não o queiramos ver, desejar que tudo na vida lhe corra bem.
Só neste momento, o da libertação, é que a vida pode avançar.
Fátima Santos
Vive em Lisboa, considere a serenidade essencial. Defende
que o estar bem connosco é uma forma de simplificar a vida.
11