tecnologia
A Perna biônica high-tech
ajuda pacientes em fisioterapia e dispensa o uso de muletas
Recuperar a capacidade de andar é
um processo longo e doloroso. Exige
disciplina, paciência e doses cavalares
de força de vontade. Isso tudo para alguém que já lida com o trauma de uma
cirurgia no joelho, de um AVC, ou de
qualquer outro evento que cause limitações de movimentos nas pernas. Mas,
se depender da AlterG Bionic Leg, essa
etapa da recuperação passará a ser menos sofrida. Segundo a empresa, trata-se
do “primeiro exoesqueleto robótico vestível e móvel para fisioterapia dos membros inferiores”. É uma perna biônica que
oferece assistência motorizada para estender e flexionar os joelhos, dispensando o uso de muletas.
Mas a maior inovação fica no sapato
da pessoa. Uma palmilha com quatro
sensores de pressão deve ser colocada
no calçado e ligada ao restante do aparato. São eles que permitem à perna reagir automaticamente e fazer as ações
que se deseja. A pressão do pé sobre os
sensores junto com a tensão do joelho
avisam à perna biônica que a pessoa
quer sentar, levantar, andar, subir um
degrau. Conforme os movimentos vão
evoluindo, é possível reduzir a assistência robótica para aumentar o uso natural
da perna.
O pessoal do site Gizmodo fez um teste com o produto, veja como foi:
Para colocá-la não é preciso qualquer
intervenção cirúrgica adicional. Basta o
auxílio de um clínico para prender o dispositivo na perna. A Bionic Leg é ajustável para praticamente qualquer biótipo,
pesa cerca de 3,5 kg e leva apenas três
minutos até ser instalada.
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