Ocupação Efêmera da FeliS e seus impactos no Centro Histórico. Espaço público e ocupação efêmera | Page 44

Figura 19 - Planta baixa do projeto da estrutura efêmera elaborada pelo escritório Mauro Munhoz Arquitetura. Fonte: Mauro Munhoz Arquitetura, 2008. Com o reconhecimento literário, da proposta da feira e aumento substancial da demanda, a partir de 2011, a chamada "tenda dos telões" foi realocada para a borda do rio Perequê-Açu. A fim de que fosse criado um complexo com estruturas abertas no lado esquerdo do rio, trazendo a FLIP para frente do Centro Histórico e proporcionando uma visão privilegiada da paisagem da cidade, transformando a borda d'água, que antes sofria com alagamentos, em um grande passeio público (MUNHOZ, 2011). Com o reposicionamento das tendas, apenas a Flipinha foi mantida na Praça da Matriz. Atualmente, a feira conta com três tendas destinadas para a Flipinha e quatro para a FLIP. As instalações efêmeras são erguidas com estruturas metálicas e fechamentos em lona. O projeto das estruturas foi produzido a partir dos desenhos elaborados pelo arquiteto Mauro Munhoz. A estrutura mais sofisticada é destinada aos autores e apresenta uma área total de 1.727m², arcos em três direções e 18m de abertura frontal. As montagens das estruturas variam em torno de quinze dias a um mês, enquanto que a desmontagem é realizada em até quatro dias, devido ao baixo peso dos materiais, possibilitando uma desmontagem facilitada e ágil 37 . As tendas são 37 Ver instruções de montagem no site do Feeling Eventos, empresa responsável pela produção e montagem das estruturas da FLIP.