O MOCHO N.º 34 MARÇO/ABRIL 2017 | Página 5

CINE-CLUBE

CYBERBULLY

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CyberBully conta a história de Taylor ( Emily Osment ) uma adolescente completamente normal e tudo o que ela queria era um computador só para ela, já que a sua mãe controlava tudo o que ela fazia e acedia no computador. A mãe não a deixava ter internet nem no seu próprio telemóvel com medo de ela aceder a algum conteúdo impróprio ou expor demais a sua vida.

Até que a Taylor faz anos e a mãe resolve oferecer-lhe um notebook só dela onde ela não seria vigiada.

A Taylor resolve enfim criar um perfil no "Clickster" que é semelhante ao facebook. Todos os seus amigos tinham um perfil nessa rede social. O irmão fica com inveja dela ter um notebook só pra ela e descobre a password dela e invade o perfil da irmã e começa a publicar coisas maldosas sobre ela.

A escola inteira fica sabendo e começam a praticar o cyberbully. Quando o pó começou a asentar Taylor conhece virtualmente um tal James e ele parece ser o rapaz dos seus sonho. Ele é capaz até de fazê-la esquecer Scott, o jogador de basquetebol da equipa da escola por quem Taylor estava apaixonada.

Porém James começa a dizer que fez certas coisas com ela sendo que ela nem o conhecia pessoalmente. Depois disso o cyberbully fica mais pesado. Scott pára de falar com Taylor e até as suas amigas se afastam dela.

Taylor resolve matar-se, mas acaba sendo salva. Depois de ficar internada, tomar vários remédios e visitar grupos de apoio a pessoas que sofrem bullying, Taylor resolve tomar uma providência e fazer com que pelo menos no seu estado haja uma lei contra crimes virtuais - coisa que não existia.

O filme é muito bom e realmente retrata o dia - a - dia de quem sofre esse tipo de bullying. Ele também chamou a atenção para falta de legislação relativamente a casos de assédio psicológico.

http://www.acidamentesensivel.com/2013/01/critica-do-filme-cyberbully.html