O Mocho Ano 2 - Número 14 - fevereiro 2015 | Page 26

Notícias

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O Culto

Embora diferente nas igrejas católicas, ortodoxa e protestante, encontram pontos comuns.

Todas elas têm um culto privado, que consiste na prática da fé e das obrigações que ela encerra, e um culto público. Este último tem a sua expressão nos Sacramentos, realidades humanas que realizam e manifestam a intervenção de Deus no mundo. O seu número não é igual para todas as formas do cristianismo.

Evocando o dia da ressurreição de Cristo, os cristãos celebram o Domingo.

Festividades

O Natal

Festeja o nascimento de Cristo.

Os cristãos começaram a festejá-lo no século IV, em Roma. Não escolheram a data ao acaso pois os romanos, nesta época do ano, festejavam "o sol invicto", o momento em que os dias começam a crescer (é o solstício do Inverno). Os cristãos mostraram desta forma que Jesus é o verdadeiro sol e a luz que ilumina os homens.

Os cristãos ortodoxos festejam-no; não em 25 de Dezembro, mas na Epifania, em 6 de Janeiro.

A Páscoa

No Domingo de Páscoa, a Igreja festeja Jesus ressuscitado: "O Senhor ressuscitou. Aleluia!"

Os cristãos festejam, no Domingo de Páscoa, a vitória de Jesus sobre a morte e a esperança de que, para eles também, a morte não seja senão uma passagem antes de conhecerem uma outra vida junto de Deus.

O Pentecostes

Cinquenta dias depois da Páscoa, os cristãos festejam o dia em que Deus enviou o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Jesus Cristo nasceu há mais de dois mil anos na Judeia, uma província do Império Romano e que corresponde a uma área abrangida pela Síria e por Israel. Para os cristãos, Jesus é o filho de Deus e a sua religião baseia-se nos ensinamentos que Ele pregou durante a sua vida. Quase tudo o que hoje se conhece sobre Jesus, vem dos quatro primeiros livros do Novo Testamento, ou seja, dos Evangelhos de S. Mateus, S. Marcos, S. Lucas, S. João, os quais se concentram especialmente nos anos da pregação de Jesus na Galileia, bem como na história da sua morte e ressurreição. Este é o aspecto mais importante da existência de Jesus, uma vez que o sacrifício da sua vida constituiu para os Cristãos a forma pela qual Deus Pai salvou o género humano e lhe abriu as portas da vida eterna.