O Fim do Papel 1 | Page 42

 Com certeza o jornal ajuda bastante, em todos os aspectos, seja na parte agrícola, nas orientações sobre agricultura, na parte cultural, e na parte econômica evidente também.  Sobre a mudança da plataforma do Correio Riograndense para somente edições digitais, qual a sua opinião? O senhor pretende continuar lendo o jornal? Como acha que será essa transição?  Realmente, na parte digital eu não sou muito adepto. Eu não gostaria que deixasse de circular impresso, eu lamentaria muito se o jornal CR deixasse de circular de forma impressa. Aliás, eu gosto tanto do CR, que desde Maio de 1970 quando ele passou a circular do tamanho que é hoje, eu tenho arquivado todos os exemplares.   Inclusive, na ocasião do centenário do CR, foi feito uma matéria em cima disso, deve ter chegando perto de 2.400 exemplares.  Se eu pudesse fazer um apelo a direção do jornal: que não deixe de efetuar a circulação na forma impressa. Eu, infelizmente, hoje não sei lidar com a forma digital. E no meio rural, principalmente as pessoas de mais idade, muito poucos leem no digital. A nossa comunicação digital no interior é muito complicada. Seria lamentável, que um jornal com toda a tradição que tem o CR deixasse de circular de forma impressa.