Com certeza o jornal ajuda bastante, em
todos os aspectos, seja na parte
agrícola, nas orientações sobre
agricultura, na parte cultural, e na parte
econômica evidente também.
Sobre a mudança da plataforma do
Correio Riograndense para somente
edições digitais, qual a sua opinião? O
senhor pretende continuar lendo o jornal?
Como acha que será essa transição?
Realmente, na parte digital eu não sou muito
adepto. Eu não gostaria que deixasse de
circular impresso, eu lamentaria muito se o
jornal CR deixasse de circular de forma
impressa. Aliás, eu gosto tanto do CR, que
desde Maio de 1970 quando ele passou a
circular do tamanho que é hoje, eu tenho
arquivado todos os exemplares.
Inclusive, na ocasião do centenário do
CR, foi feito uma matéria em cima
disso, deve ter chegando perto de
2.400 exemplares.
Se eu pudesse fazer um apelo a
direção do jornal: que não deixe de
efetuar a circulação na forma impressa.
Eu, infelizmente, hoje não sei lidar com
a forma digital. E no meio rural,
principalmente as pessoas de mais
idade, muito poucos leem no digital. A
nossa comunicação digital no interior é
muito complicada.
Seria lamentável, que um jornal com
toda a tradição que tem o CR deixasse
de circular de forma impressa.