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Barroso
Noticias de
16 de Outubro de 2014
A “COISA”
A palavra “coisa” é um
bombril do idioma. Tem mil
e uma utilidades. É aquele
tipo de termo-muleta ao qual
recorremos, sempre que nos
faltam palavras para exprimir
uma ideia.
“Coisas” do português.
Gramaticalmente,
“coisa”
pode ser substantivo, adjetivo,
advérbio. Também pode ser
verbo: o Houaiss registra a forma
“coisificar”. E, no Nordeste, há
“coisar”: Ô, seu “coisinha”, você
já “coisou” aquela coisa que eu
mandei você “coisar”?
No
Paraíba
e
em
Pernambuco, “coisa” também é
cigarro de maconha. Em Olinda,
o bloco carnavalesco Segura a
Coisa tem um baseado como
símbolo, em seu estandarte.
Alceu Valença canta: «Segura
a “coisa” com muito cuidado /
Que eu chego já».
Já em Minas Gerais, todas
as coisas são chamadas de
trem (menos o trem, que lá é
chamado de “coisa”). A mãe está
com a filha na estação, o trem
se aproxima e ela diz: “Minha
filha, pega os trem que a coisa aí
vem”!
E no Rio de Janeiro? Olha
que “coisa” mais linda, mais
cheia de graça...
A garota de Ipanema era
coisa de fechar o trânsito!
Mas se ela voltar, se ela
voltar, que “coisa” linda, que
“coisa” louca.
Coisas de Jobim e de
Vinicius, que sabiam das coisas.
Coisa não tem sexo: pode
ser masculino ou feminino.
Coisa-ruim é o capeta. Coisa
boa é a Juliana Paes. Nunca
vi coisa assim! Coisa também
não tem tamanho. Na boca dos
exagerados, “coisa nenhuma”
vira um monte de coisas... Mas
a “coisa” tem história mesmo
é na MPB: No II Festival da
Música Popular Brasileira, em
1966, a coisa estava na letra das
duas vencedoras: Disparada,
de Geraldo Vandré: Prepare seu
coração pras “coisas” que eu vou
contar..., e A Banda, de Chico
Buarque: pra ver a banda passar,
cantando “coisas” de amor...
Naquele ano do festival, no
entanto, a coisa tava preta (ou
melhor, verde-oliva). E a turma
da Jovem Guarda não tava nem
aí com as coisas: “coisa” linda,
“coisa” que eu adoro!
Para Maria Bethânia, o
diminutivo de coisa é uma
questão de quantidade, afinal
são tantas “coisinhas” miúdas. E
esse papo já tá qualquer “coisa”.
Já qualquer “coisa” doida dentro
mexe...
Essa coisa doida é um trecho
da música “Qualquer Coisa”,
de Caetano, que também canta:
alguma “coisa” está fora da
ordem! e o famoso hino a São
Paulo: “alguma coisa acontece
no meu coração”!
Por essas e por outras, é
preciso colocar cada coisa no
devido lugar. Uma coisa de cada
vez, é claro, afinal, uma coisa é
uma coisa; outra coisa é outra
coisa. E tal e coisa, e coisa e tal.
Um cara cheio de coisas é o
indivíduo chato, pleno de nãome-toques. Já uma cara cheia
das coisas, vive dando risada.
Gente fina é outra coisa.
Para o pobre, a coisa está
sempre feia: o salário-mínimo
não dá pra coisa nenhuma.
A coisa pública não funciona
no Brasil. Político, quando está
na oposição, é uma coisa, mas,
quando assume o poder, a coisa
muda de figura.
Quando elege seu candidato
de confiança, o eleitor pensa:
Agora a “coisa” vai...
Coisa nenhuma! A coisa fica
na mesma.
Uma coisa é falar; outra é
fazer. Coisa feia! O eleitor já está
cheio dessas coisas!
Se as pessoas foram feitas
para ser amadas e as coisas, para
serem usadas, por que então
nós amamos tanto as coisas e
usamos tanto as pessoas?
Bote uma coisa na cabeça:
as melhores coisas da vida não
são coisas.
Há coisas que o din heiro
não compra: paz, saúde, alegria
e outras coisitas más.
Mas, deixemos de “coisa”,
cuidemos da vida, senão chega a
morte, ou “coisa” parecida... Por
isso, faça a coisa certa e não se
esqueça do grande mandamento:
“AMARÁS A DEUS SOBRE
TODAS AS “COISAS”.
Entendeu o espírito da coisa?
Como demonstram as
linhas que se seguem, fui
obrigado a tomar consciência
da extrema dificuldade em
definir o que é um infiel.
Escolher entre Alá ou o
Cristo, até porque o Islamismo é
de longe a religião que progride
mais depressa no nosso país. O
mês passado, participava no
estágio anual de actualização,
necessária à renovação da
minha habilitação de segurança
nas prisões. Havia nesse curso
uma apresentação por quatro
intervenientes representando
respectivamente as religiões
Católica, Protestante, Judaica
e Muçulmana, explicando os
fundamentos das suas doutrinas
respectivas. Foi com um
grande interesse que esperei a
exposição do Imã.
A prestação deste ultimo
foi notável, acompanhada por
uma projecção vídeo.
Terminadas
as
intervenções, chegou-se ao
tempo de perguntas e respostas,
e quando chegou a minha vez,
perguntei: “Agradeço que me
corrija se estou enganado, mas
creio ter compreendido que a
maioria dos Imãs e autoridades
religiosas decretaram o “Jihad”
(guerra santa), contra os infiéis
do mundo inteiro, e que
matando um infiel (o que é
uma obrigação feita a todos
os muçulmanos), estes teriam
assegurado o seu lugar no
Paraíso. Neste caso poderá darme a definição do que é um
infiel?”
Sem nada objectar à minha
interpretação e sem a menor
hesitação, o Imã respondeu:
- “um não muçulmano”.
Eu respondi : “Então
permita de me assegurar que
compreendi bem: O conjunto
de adoradores de Alá devem
obedecer
às
ordens
de
matar qualquer pessoa não
pertencendo à vossa religião,
a fim de ganhar o seu lugar no
Paraíso, não é verdade ?
A sua cara que até agora
tinha tido uma expressão cheia
de segurança e autoridade
transformou-se subitamente à
de “um patife” apanhado em
flagrante com a mão dentro do
açucareiro!!!
- É exato, respondeu ele,
num murmúrio.
Eu retorqui: “Então, eu
tenho bastante dificuldade
em imaginar o Papa dizendo
a todos os católicos para
massacrar todos os vossos
correligionários, ou o Pastor
Stanley dizendo o mesmo para
garantir a todos os protestantes
um lugar no Paraíso”.
O Imã ficou sem voz !
Continuei
:
“Tenho
igualmente dificuldades em
me considerar vosso amigo,
pois que o senhor mesmo e
os vossos confrades incitam os
vossos fiéis a cortarem-me a
garganta !”
Somente uma outra questão
: “O senhor escolheria seguir
Alá que vos ordena matar-me
a fim de obter o Paraíso, ou o
Cristo que me incita a amar-vos
a fim de que eu aceda também
ao Paraíso, porque Ele quer que
eu esteja na vossa companhia?”
Poder-se-ia ouvir uma mosca
voar, enquanto que o Imã
continuava silencioso.
Será inútil de precisar que
os organizadores e promotores
do Seminário de Formação não
apreciaram
particularmente
esta maneira de tratar o Ministro
do culto Islâmico e de expor
algumas verdades a propósito
dos dogmas desta religião.
No decurso dos próximos
trinta anos, haverá suficientes
eleitores
muçulmanos
no
nosso país para instalar um
governo de sua escolha, com a
aplicação da “Sharia” como lei.
Parece-me que todos os
cidadãos deste país deveriam
poder tomar conhecimento
destas linhas, mas como
o sistema de justiça e dos
“media” liberais combinados á
moda doentia do politicamente
correto, não há forma nenhuma
de que este texto seja publicado.
É por isto que eu vos peço
para enviar a todos os contactos
via Internet.
O que é um infiel?
VENDE-SE
Terreno em Paio Afonso, freguesia de Pondras,
situado perto da aldeia e a poucos metros da EN
103.
Contactos: 0044 2078 010377 e 0044 77 170 12329
Autor desconhecido
Gilbert Collard, Advogado
francês