Newsletter AEAC N.º 8 ANO LETIVO abril 20252026 Edição 85 (total) | Page 31

Geo-Skechers- Lugar da água Visita de Estudo e Saída de Campo do 7.º I Museu da Água e Aqueduto das Águas Livres

Professores, André Garibaldi Herculano, Sandra Cristina Branco e Inês Caçador
No passado dia 30 de abril, a turma do 7.º I da Escola Básica Avelar Brotero, participou na atividade Geo-Skechers- Lugar da água, que incluiu uma visita de estudo guiada ao Museu da Água, no aqueduto das Águas Livres, em Lisboa e numa saída de campo, no âmbito das disciplinas de Geografia, Educação Visual e Ciências Naturais. A saída da escola ocorreu às 10h00 e o regresso às 16h00, tal como programado.
Durante a visita guiada ao Museu da Água, a guia teceu várias informações relativamente à metodologia e tecnologias, de engenharia e arquitetura, aplicadas na construção do aqueduto, projetou o mapa completo do aqueduto, desde o início, em Caneças até ao local da emblemática estrutura em arcos, no vale de Alcântara, os motivos estruturais e embelezamento da obra, a importância vital da infraestrutura e seu equipamento, para o abastecimento de água à população de Lisboa e dos novos bairros construídos posteriormente, e sobre os motivos que explicam a resistência da estrutura durante o terramoto que assolou Lisboa, a 1 de novembro de 1755.
Na saída de campo na mata de Monsanto, nas imediações do aqueduto, os alunos realizaram esboços paisagísticos, aplicando metodologias e técnicas, das disciplinas de Educação Visual e Geografia, e numa segunda fase, pinturas com elementos cientí- ficos que incluem as Ciências Naturais. Foi também oportuno a identificação e observação de fósseis.
Entre as duas fases do trabalho de campo, alunos e professores aproveitaram o convívio, durante o piquenique, realizado no parque de merendas, o que contribuiu absolutamente para a união entre elementos da turma, que integra diferentes nacionalidades e culturas.
O balanço da atividade é extremamente positivo, quer em termos de conteúdo científico, quer de aplicação prática de conhecimentos, em modalidade de interdisciplinaridade.
A viagem foi realizada em transportes públicos, na ida, trajeto pedonal até à estação de metro de Odivelas, com escala no Rato para o tradicional elétrico, a que se seguiu um pequeno trajeto pedonal. No regresso, entre os trajetos pedonais de ida e saída de transportes públicos, foi usado o comboio de dois andares, proveniente de Setúbal, até à estação intermodal de Entrecampos, onde nos transferimos para o metro viajando assim até Odivelas. Esta experiência foi, também, bastante educativa e construtiva, no que respeita à intermodalidade de transportes e sua utilização, bastante heterogénea em cidades e áreas metropolitanas de grande dimensão.
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