My first Magazine Relatorio CDS 2016 | страница 43

Atividades com voluntários Relativamente ao trabalho desenvolvido com os voluntários integrados no CAT a nossa atividade, tal como em anos anteriores, prende-se com o acolhimento de novos voluntários através da definição das suas competências, adaptando-as às necessidades da nossa instituição, assim como o desenvolvimento de um trabalho de continuidade com os voluntários já existentes na nossa rede. Os voluntários do CAT participaram nas rotinas diárias das crianças, integrando a dinâmica da própria instituição, desenvolveram atividades específicas com as mesmas e participaram na execução dos Planos individuais de intervenção das crianças acolhidas. Os voluntários participaram também em atividades gerais da Cáritas Diocesana de Setúbal. Ao longo do ano procedeu-se ao preenchimento das fichas de presença e fichas de avaliação das atividades efetuadas e contactos individuais com os voluntários para avaliação das ações desenvolvidas no CAT. Atividades gerais/comunidade No âmbito da ação relativa à comunidade, o CAT no ano de 2016 participou ativamente nas atividades desenvolvidas pela instituição, nomeadamente: - Semana Cáritas - Despertar da Fé - Operação 10 Milhões de Estrelas - Festa da Vida/Festa de Natal Por forma a potenciar a melhoria dos serviços prestados pela Cáritas Diocesana de Setúbal e com vista a promover a inclusão social, a equipa técnica do CAT desenvolveu atividades nas seguintes áreas de intervenção: - Projeto “Prioridade às Crianças” - Projeto de Intervenção Familiar “Laços com Cor” - Sistema de Gestão da Qualidade - Sessões de informação/esclarecimento junto de diversos equipamentos escolares - Visitas de grupos à instituição Da análise de resultados concluímos que em 2016 dos atendimentos efetuados, 89% dos casos foram integrados no CAT. Em relação aos processos individuais das crianças acolhidas constatámos que 67% progrediram no seu desenvolvimento, 25% regrediram e 8% mantiveram. As nossas maiores preocupações continuam a estar relacionadas com o tempo de permanência das crianças acolhidas no centro de acolhimento, o que acarreta um sentimento de impotência à equipa, uma vez que os encaminhamentos ficam comprometidos a aguardar, na maioria dos casos, decisão judicial. No entanto, a articulação mais direta com as equipas que realizam o acompanhamento dos casos, nomeadamente EMAT´s e CPCJ´s tem permitido uma maior agilização, ainda que insuficiente. A equipa técnica tem cada vez mais assumido uma atitude proactiva inclusivamente junto dos tribunais o que se tem revelado positivo no desbloquear de alguns processos. Mais uma vez no ano de 2016 um dos principais constrangimentos sentidos e que condicionou de uma forma direta a nossa ação, prendeu-se com o fato de um elevado Relatório de Atividades 2016 - CDSetúbal 43