Os resultados obtidos pelo projeto Paz e Emprego, no que diz respeito à orientação vocacional dos alunos e ao trabalho de acompanhamento e aprimoramento das ferramentas destinadas à prossecução dos seus percursos profissionais, em particular à constituição de microempresas, levou a Helpo a olhar para a metodologia utilizada e replicá-la, confiando na lógica de que o investimento num percurso escolar, por parte dos alunos que terminam a 12.ª, deve, em absoluto, traduzir-se num lugar, construído ou conquistado, no mercado de trabalho. Um mercado de trabalho que deve ser radicalmente diferente daqueles que não depositaram o mesmo investimento numa escolaridade esforçada de pelo menos 12 anos.
A falta de recursos, o isolamento, a falta de apoio familiar e a falta de confiança, são algumas das pedras nos sapatos destas raparigas. Apesar disso, 68,4 % das raparigas, consideram apresentar o nível máximo de motivação na procura de emprego.
Atualmente, o projeto( In) formar 3 trabalha com raparigas de Nampula e Maputo, que tenham terminado a 12.ª classe há 24 meses ou menos, e que não estejam no exercício de nenhuma atividade. Com estas raparigas, constroem-se atualmente percursos de orientação, especialização técnica ou criação de microempresas.
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Projeto de 24 meses, financiado pelo Camões I. P., Fundação Galp e Fundação Bestseller.
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• TÁBUAS DE SALVAÇÃO