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 çambique com a Missão “Sorrisos de Ida e Volta”. Foi por isso que decidi participar novamente na missão da DAR e da Hel- po, desta vez a São Tomé e Príncipe. A vida é um conjunto de momentos e alguns marcam-nos, transformam-nos. Os sorrisos, os abraços, as conversas, os momentos de partilha, a alegria, o amor, as lágrimas, a troca de afetos encheu-me o coração e a alma. Encontrei um povo autêntico, acolhedor, único. África transformou- -me numa pessoa melhor, transformou a minha vida há uns anos. Aprendi a ver o copo sempre meio cheio, em São Tomé aprendi a viver Leve-Leve. Recebi sem dúvida muito mais do que o que dei! Continuo a pensar que a educação é, sem dúvida, um dos pi- lares de um país. Sendo assim, o trabalho da DAR e da Helpo permite transformar a vida destas crianças, este trabalho não só é extremamente importante, como é feito de forma total- mente transparente e profissional. É uma experiência única, indescritível e inesquecível que re- comendo vivamente! Ricardo Silva Experiência memorável que nos toca e ensina o que é um mundo melhor, mais feliz e em conjugação com a comunida- de! A falta de várias condições básicas de vida é compensa- da por uma ilha abençoada e um povo sempre sorridente e disposto a dar sem receber nada em troca. Esta ajuda da DAR e da Helpo trouxe melhores condições de ensino às crianças mais carenciadas da ilha. Porém, voltamos com a sensação que recebemos muito mais do que entregamos. Carolina Fialho “Sorrisos de ida e volta”, por si só, já explica o tanto que se vive numa missão como esta vivida em São Tomé. Partimos com o que temos e somos, na esperança de deixar o coração daquela boa gente mais quente e feliz, mas acabamos por trazer muito mais com o que nos ensinam e transmitem. Vol- tamos de sorriso no rosto e com muito “Mais Vida”, como ali se diz enquanto se brinda. Ir ao encontro dos sonhos de um povo tão genuíno e poder aproximá-los da realidade é uma viagem gratificante e tão cultural quanto pessoal. Surgem no- vas questões a pedir que se redefina o caminho e prioridades; relembramos o que é, afinal, essencial nos nossos dias. Sabe sempre a pouco o tanto que podemos fazer, fica sempre a vontade de ir novamente, e “DAR” cada vez mais... E eu volto com a certeza de que depois de dias tão intensos em ritmo “Leve-Leve”, esta minha viagem não fica por aqui! Inês Aparício Voltar a África foi e é uma experiência um pouco difícil de descrever em palavras. O concretizar de um sonho... conhe- cer o seu sorriso e olhar, passados 8 anos, o Pedrinho. Foi Viver e Sentir São Tomé e Príncipe genuinamente. Onde a resiliência e o Amor são uma constante. Fui com o intuito de DAR, mas recebi mais do que dei. Sem dúvida que foi uma experiência de “sorrisos de ida e volta” - voltei…ainda com mais vontade de voltar. Foram dias inspiradores, graças à DAR e ao Luís Godinho, uma pessoa igualmente inspiradora, que caminha com Amor e por Amor. Obrigada! A DAR, o grupo, a Helpo, a terra, as pessoas-sorrisos Leve-Le- ve... no fundo, tudo se resume ao sentimento de Gratidão. Vasco Sá SÃO TOMÉ... A VIAGEM DA MALA VAZIA! Uma, duas, três, muitas e muitas malas, carregadas de tudo, de tanto e, afinal, de quase nada... Perguntam-nos à chegada: “O que trazem na mala?” E, aqui- lo que para nós tinha sido tudo, passou a ser tão pouco, ou quase nada! Sorrindo olharam, sorrindo brindaram... “Mais Vida!... A vós portugueses que vieram com tanto para uma terra de quase nada”! O vinho de palma connosco partilharam e o “leve- -leve”...nos ensinaram... Assim é São Tomé, uma viagem em que os sorrisos se multiplicam, os abraços se retribuem, os olhares se vivem! São Tomé, a viagem que nos dá tudo a troco de quase nada... A mala que chegou vazia e que vai recheada! Difícil não é partir, difícil é não voltar... Para quê guardar a mala fechada, aquela que veio recheada, se a alegria de parti- lhar é a que nos permite fazer sonhar...Até já, São Tomé!