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 BALANÇO 2017 as coisas boas e os lugares nas tabelas. Cascais, Joana Lopes Clemente O índice de Desenvolvimento Humano é anualmente divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para todos os países mem- bros das Nações Unidas. Numa lista de 188 países, atual- mente Moçambique ocupa a 181ª posição, a Guiné Bissau a 178ª, (sendo ambos classificados como países de baixo desenvolvimento humano) e São Tomé e Príncipe ocupa a 142ª posição, (posicionando-se como país de desenvolvimen- to humano médio). Nestes números, cabem muitos outros números. Números que contam histórias: histórias de pobreza, de gravidez pre- coce, de casamentos prematuros, de altos índices de morta- lidade e de mortalidade infantil, de absentismo e abandono escolar, de analfabetismo. Tudo, números negros aos quais podemos contrapor os esforços movidos por todos os inter- venientes que procuram tornar a realidade local mais colori- da. Entre esses intervenientes, a Helpo. De 2017, recordo as cores, os números bons que procuram promover uma longa e dura escalada pelas tabelas dos índi- ces de desenvolvimento, traduzindo um futuro feito de mais sorrisos e menos penas para as mais de 19.000 crianças que beneficiam do nosso apoio e do apoio dos nossos padrinhos e madrinhas: Registou-se um ligeiro aumento (1%) do número de padri- nhos e madrinhas que participam nos programas de apoio da Helpo, tendo fechado o ano com 3.406 padrinhos e ma- drinhas a participar ativamente nos projetos da Helpo. Os mesmos permitiram recolher 594.283,42€ para aplicar em 52 centros de intervenção distribuídos por 40 comunidades e 5