Entender a criatividade nesse sentido e em sua natureza integral, pode ser bem confuso e
um assunto bastante enigmático nos dias atuais. Além de auxiliar na contribuição da eudaimonia (a) cotidiana, também sustenta a outra de forma sinérgica e contribui para a sua potencialização.
Mas como funcionamos criativamente? Como os processos criativos desempenhados
"automaticamente" durante períodos de procrastinação podem andar de mãos dadas com
a nossa vontade diante da necessidade de criar? Seria possível tomarmos as rédeas do desenvolvimento criativo e guiá-lo a problemas sempre que estes surgirem?
Antes de atingirmos algumas respostas satisfatórias, precisamos invadir o labirinto onde a
definição de criatividade se esconde, ou seja, em seus sentidos mais íntimos.
De acordo com uma proeminente teoria [01], os processos criativos envolvem quatro estágios: preparação, incubação, iluminação e verificação. Tudo isso é legal e até uma boa teoria, mas na realidade, o processo criativo quase sempre se parece com isso:
MUNDANO
mag
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