Minha primeira Revista testeolhares_interativo_2016 | Page 310
Saiba um pouco mais sobre as
boas práticas no JEF
Espaços e fluxos
PA 1.2
e
l Plane
Fina
j
Resultados
ta
dos
Em um cenário de escassez de profissionais especialistas que se interessem por realizar
perícias, o Juizado de Marabá sempre enfrentou grandes dificuldades para marcar perícias nas
áreas acima descritas. A solução imediata sempre foi a marcação de todas as perícias com mé-
dicos clínicos gerais ou médicos do trabalho. Ocorre que, quando da análise das impugnações
aos laudos, algumas vezes bem fundamentadas e em alguns casos por médicos assistentes téc-
nicos que acompanharam a perícia, fica bastante difícil julgar o mérito embasado em um laudo
emitido por um médico que não seja especialista na área analisada. Dessa forma, toda vez que
se marca perícia com clínico geral, uma média de 5% do montante de processos requer, para
melhor elucidação da questão, uma análise por médico especialista. Com isso, uma vez ficam
3 processos de psiquiatria, 4 de neurologia, 2 de cardiologia... e isso se repete por várias vezes
e, de pouco a pouco, essas pequenas quantidades se tornam, com o passar do tempo, volumes
de 20 ou mais processos por especialidade. Quando o processo vai ficando muito antigo e não
se consegue encontrar o médico especialista adequado, acaba-se por marcar uma nova perícia
com outro médico clínico geral. Seria muito mais fácil ignorar todas as impugnações, julgar o
mérito e deixar a Turma decidir, mas não achamos que essa fosse a solução mais justa.
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Sumário
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