Minha primeira publicação Minha primeira Publicação | Page 10

10

Perante o artigo 5° da Constituição Federal inc. VI, é inviolável o exercício da liberdade de expressão religiosa, assim como a livre escolha. Porém, sabemos que essa prática está dentro do dever ser, devido aos problemas que a Umbanda enfrenta hoje, sendo marginalizada. Perante pesquisas, pôde-se constatar que a discriminação é devida à falta de informação daqueles que praticam o ódio. A Umbanda surgiu a partir do sincretismo religioso, adotando os santos e as rezas católicas, as práticas dos índios, a do Kardecismo, ou seja, o “melhor” de cada religião para formar uma doutrina de inclusão, que prega o puro amor do Cristo. Existem leis não escritas que desde sua fundação são passadas adiante como abster-se de vantagens materiais vindas das práticas da Umbanda, não cobrar consultas, dentre outras leis que remetem a se abster de si em prol do próximo. Essas leis partem do mesmo pregado a partir da doutrina de Deus, ministrada por Cristo quando estava encarnado, que é a caridade e o amor ao próximo, vertentes do bem que a Umbanda prega. Porém, a Umbanda pode ser confundida com outros tipos de “ceitas” que praticam sangramento de animais, feitura de cabelo e oferendas em encruzilhadas, em terreiros travestidos de Umbanda. Assim como outras religiões populares, a Umbanda está aqui com o mesmo objetivo, que é a evolução espiritual e ajudar os necessitados.

Direito à prática religiosa e a discriminação