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A PRIMEIRA SEDE PRÓPRIA No início dos anos 90, a Acic contava com uma obra iniciada no Bairro Próspera, mas mantinha suas atividades no primeiro andar do Edifício Ma- nique. A continuação da sede em construção era descartada, pois não havia recursos para con- cluí-la. Já o imóvel no Centro não mais atendia a quantidade de atividades realizadas na época. A falta de estacionamento era outro problema que afetava o local. E foi em 1995 que a Acic deu um passo importante para a sua história: a aquisição de uma sede própria. “Tiramos a Acic do prédio alugado e levamos para uma sede própria, foi uma grande história”. Guido José Búrigo, Ex-presidente da Acic (1993-1997), quando da transferência para a sede na Rua XV de Novembro A compra foi aprovada em 1994 e resultou da per- muta de um terreno na Avenida Getúlio Vargas, de propriedade da entidade, com um imóvel da Fecel Engenharia, na Rua XV de Novembro. A Acic ainda assumiu o compromisso de pagar R$ 120 mil em 36 parcelas, dívida que foi quitada em novembro de 1997, motivo de comemoração para a diretoria e associados. Naquela sede da Rua XV de Novem- bro, adquirida na gestão de Guido José Búrigo, foi possível aumentar ainda mais o número de servi- ços oferecidos aos associados. Cursos passaram a ser mais frequentes. Em 1999, uma reforma deixou o prédio mais confortável e funcional, com remo- delação de salas, nova pintura, impermeabilização e instalação de pisos novos, doados por empre- sas parceiras. “Tiramos a Acic do prédio alugado e levamos para uma sede própria, foi uma grande história. Esse prédio depois ajudou muito na cons- trução da nova entidade”, afirma Búrigo. O SONHO DO CENTRO EMPRESARIAL Depois de anos sendo palco de importantes de- cisões, o imóvel da XV de Novembro também se tornou pequeno para o ritmo acelerado de movi- mentação da entidade. No início dos anos 2000, sob a presidência de Edilando de Moraes, renasceu a vontade de levar adiante a construção de uma nova sede no terreno da Rua Ernesto Bianchini Góes, no Bairro Próspera, aquela iniciada por Za- natta. O orçamento de R$ 5,5 milhões assustava os de- mais membros da diretoria, mas uma missão para minimizar o valor fez com que o sonho do Centro Empresarial saísse do papel, custando aproximada- mente R$ 3,4 milhões. “Fizemos todos os esforços. 54 Liderança Empresarial