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1 9 9 1 - 1 9 9 3 CARLOS ALBERTO SEGUE OS PASSOS DO PAI Carlos Alberto Barata O sobrenome não é coincidência. Carlos Alberto Barata, pre- sidente da Acic de 1991 a 1993, carrega desde criança o DNA do associativismo, pois cresceu vendo o seu pai, Wilson Barata, dedicar-se às causas coletivas, tornando-se o empresário que mais tempo permaneceu na presidência da entidade (16 anos). Seguindo os passos, foi também o primeiro presidente Regio- nal Sul da Federação Catarinense das Indústrias (Fiesc) e par- ticipou, ainda, da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). Durante o seu mandato na Acic, protagonizou um importante episódio, que foi a venda do acervo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Com essas e outras ações, atraiu mais industriais para a entidade que até então permanecia com mais associados voltados ao ramo do comércio. Ainda na gestão de Carlos Alberto Barata, a Acic ampliou a sua sede, deixando de ocupar apenas uma sala no Edifício Manique e passando a utilizar todo o primeiro andar do imóvel. Outro ponto marcante de seu período na presidência foi a luta para a elaboração de um levantamento socioeconômico das potencialidades da Região Sul. Engenheiro Civil por formação, presidiu também o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catari- nense (Sinduscon), além de se dedicar empresarialmente na área e em outras atividades, como a construção de caminhões. Já foi conselheiro do Criciúma Esporte Clube, secretário municipal de governo e vice-prefei- to de Criciúma. Ao lembrar de seu tempo na Acic, Barata destaca nomes como o de Jayme Zanatta e Santos Longaretti e faz questão de afirmar que “a Acic é a maior entidade da nossa região”. 1 9 9 3 - 1 9 9 7 NA GESTÃO DE GUIDO BÚRIGO, ACIC ADQUIRE SUA PRIMEIRA SEDE PRÓPRIA Empresário do ramo metalmecânico, Guido José Búrigo emprestou sua experiência profissional para a Acic por dois mandatos, além de presidir também o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Extremo Sul Catarinense (Sindimetal), fundado por seu pai, Mário Búrigo. Como destaque de seu período à frente da associação empre- sarial está a compra da primeira sede própria da Acic. Em 1994, o espaço que a entidade utilizava no Edifício Manique já não mais acomodava todas as atividades planejadas. Junto Guido José Búrigo aos seus colegas de diretoria, Búrigo colocou em votação na assembleia de associados a sugestão de compra de um imóvel localizado na Rua XV de Novembro. Para efetuar a aquisição, a Acic daria em troca um terreno que possuía na Avenida Getúlio Vargas e pagaria R$ 120 mil em 36 parcelas. A proposta foi aceita e em janeiro de 1995 a entidade mudava-se para o seu primeiro endereço próprio. A conquista de novos associados foi mais uma vitória que marcou a passagem de Guido Búrigo pela presi- dência da associação empresarial. A união dos empresários naquele período levou Criciúma a dar mais um importante passo em sua história. Foi com a persistência de Búrigo que saiu do papel a construção da sede do Batalhão de Polícia Militar da cidade. Os recursos para a obra foram garantidos com o pagamento de ICMS pelos empresários da região ao Governo do Estado. À época, ficou acordado que o dinheiro desses impostos seria todo destinado à construção da sede dos policiais militares que até hoje servem à população no mesmo endereço, no Bairro Jardim Maristela. 32 Liderança Empresarial