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Portuguesas e sempre em parceria com entidades locais – Líderes Comunitários, Igreja Católica, Igreja Anglicana e Centro de Saúde de Moçambique, com vista à promoção do Desenvolvimento Humano.
Em 2003, outro grupo de voluntários, partiu também pela 1 ª vez para Timor-Leste, estando o país ainda em pós conflito e com um cenário muito próximo da guerra. Sabendo das enormes necessidades deste povo, partimos para Dili, colaborando com o Centro Juvenil Padre António Vieira – CJPAV. Nesse ano, contactamos com o trabalho da Irmã Maria de Lurdes – Mana Lu – com quem colaboramos desde então. Foi a seu pedido, e perante as necessidades sentidas no interior do país, que a missão em Timor-Leste, para além de Dili, passou também a ser desenvolvida em Aileu, a partir de 2004. Ao longo dos anos também já estivemos em Tibar, Dare e atualmente, desde 2015, estamos também em Loes. Nestas localidades são vários os problemas existentes, como consequência de um país em desenvolvimento, cujos Sistemas de Educação, de Saúde, de Comunicação, entre outros, ainda não conseguem dar resposta. A dificuldade de acesso a bens primários como água, saneamento e eletricidade, aliada às dificuldades de comunicação, sobretudo viária, e ao flagelo de doenças como a Tuberculose e a Malária, apresentam-se como os principais obstáculos ao desenvolvimento e à aquisição de melhores condições de vida. Como forma de dar resposta a estes problemas, o G. A. S. Porto tem atuado nas áreas da Saúde e Educação, em parceria com entidades locais – ISMAIK, Clínica do Bairo Pité e Ministérios da Educação e da Saúde. Atualmente, a nossa ação centra-se na Educação uma vez que uma das línguas oficiais do país é a Língua Portuguesa, embora poucos a saibam utilizar corretamente.
Entre voluntários, quando chega a altura de
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