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O LIVRO DO ANO Por Cindy Bruniely 1984. Em minha opinião, o melhor livro de George Orwell. Apesar de ser escrito em 1949, todo o conteúdo presente no livro previu o que aconteceria no futuro de 1984 e nosso presente. A história nos trás Winston: um trabalhador comum que vive em um regime totalitário em Londres comandado pelo “Grande Irmão”: um ditador sem cara que representa todos em um unipartidarismo. A primeira parte é sobre a vida monótona de Winston como um servidor cego ao partido e governo, até que ele pratica um crime de “Crimidéia”: o ato de pensar ou manifestar ideias. É a partir daí tudo vira ato político. Há uma “Teletela”: um objeto que vigia e transmite informações a todos os moradores, ela é obrigatória a todos e é bem parecida com a televisão, assim como as redes sociais, que hoje são como espiões que controlam nossas vidas, um clique e qualquer um podem saber da sua vida, assim como a “Teletela”. Reproduzindo para a atualidade, redes sociais como: o “Facebook”, “Instagram”, Snapchat entre outras seriam como o “Grande Irmão”, que administram todo o pensamento e modo de agir de todos. Uma critica aos meios de comunicação que muitas vezes são tendenciosos e mentirosos, manipulando a mente de todos para que acreditemos naquilo que nos é transmitido e é a partir disto que o protagonista Winston começa a questionar o sistema de governo, dando enredo a esta história. Essa sociedade que “São governados por lealdades particulares que não punham Sinopse: em seu último romance, o autor criou um personagem chamado Winston, que vive aprisionado em uma sociedade completamente dominada pelo Estado. Essa submissão ao poder é relatada, inclusive, na rotina desse personagem, que trabalha com a falsificação de registros históricos, a fim de satisfazer os interesses presentes. Winston, contudo, não aceita bem essa realidade, que se disfarça de democracia, e vive questionando a opressão que o Partido e o Grande Irmão exercem sob a sociedade . 19 em dúvida” reflete 2017: a falta de critérios políticos e questionamentos para com o governo. A diplomacia de toda nação atual é 1984; o saber do senso comum com a alienação do ser em relação à politica e a moral, mostrando de forma crua como o ser humano age politicamente e socialmente. Pessimista e horripilante, o que faz da obra