lugares ligados à escola e não se limita apenas à agressão física, ela também se estende a agressão verbal, quando o agressor difere palavras com o intuito de agredir moralmente a vítima, agressão psicológica que afeta o indivíduo emocionalmente e agressão sexual quando ocorre o ato ou tentativa de ato de natureza sexual indesejado. Todas essas agressões ocorrem com muita frequência, chegando a se tornarem quase atitudes comuns no dia-a-dia.
Agora o terror tem nome: BULLYING
A violência que ocorre no ambiente escolar se tornou tão constante e comum que recebeu o nome de bullying. De origem inglesa, a palavra significa o ato caracterizado pela violência física e/ou psicológica, de forma intencional por um membro ou membros de uma unidade educativa contra outro indivíduo ou grupo pertencente comunidade educacional.
Escolas vivem momentos de terror
De acordo com Antônio Pimenta, diretor do Colégio Estadual Ruben Dario, localizado em Salvador, em 2013 a escola recebeu mais de trinta telefonemas com ameaças de morte. “Antes os atos violentos na escola eram exceção, mas hoje estão se tornando regra”, contou.
Perto dali, na região de Costa Azul, também na região metropolitana de Salvador, uma diretora de uma escola municipal, que preferiu não ser identificada, contou que já recebeu ameaças tanto de alunos quanto de pais de alunos. “Uma vez uma mãe disse que ia me dar um tiro entre os meus olhos porque eu falei que o filho dela não poderia trocar de turno”, revelou a gestora.
As meninas mais magras são chamadas de “Olívia palito”; os mais cheinhos “baleia” ou “bolinha”; aqueles alunos mais aplicados, “nerd”. E ainda há aqueles mais indefesos que, além de apelidos maldosos, são agredidos, levando traumas ao longo da vida. Os agressores promovem esse tipo de violência, na maioria das vezes, para dar margem ao seu “status” de superioridade.
Escolas vivem momentos de terror
De acordo com Antônio Pimenta, diretor do Colégio Estadual Ruben Dario, localizado em Salvador, em 2013 a escola recebeu mais de trinta telefonemas com ameaças de morte. “Antes os atos violentos na escola eram exceção, mas hoje estão se tornando regra”, contou.
Perto dali, na região de Costa Azul, também na região metropolitana de Salvador, uma diretora de uma escola municipal, que preferiu não ser identificada, contou que já recebeu ameaças tanto de alunos quanto de pais de alunos. “Uma vez uma mãe disse que ia me dar um tiro entre os meus olhos porque eu falei que o filho dela não poderia trocar de turno”, revelou a gestora.