mesa e tomei o livo em mãos, deixando a caixa de papelão
no chão para ter mais espaçoa
Não parecia ter a capa de couro ou madeira fina, nem
mesmo era de papela O material era estranhamente gelado,
talvez algum metal, inicialmente pensei em alumínio, mas
a folha era, entretanto, demasiadamente pesadaa Os
desenhos estranhos tinham padrões de rostos humanos,
mas desenhados como se todos auntos fomassem um fnico
rostoa Tudo em um amarelo fote que parecia exalar o tal
cheiro cítricoa A bi um livo com certo receio, as folhas
eram amareladas e delas saía uma fina poeira cinzenta
que manchou meus dedosa
Tão logo avancei as páginas em banco — as quais mais
tarde contei e eram exatamente 27 — Vi que na primeira
página com escritos havia apenas um nome, repetido em
diversas caligrafias diferentes, como se cada pessoa que
tivesse lido o livo o escrevesse ali, no topo da página
estavam escritos os nfmeros “1 11 1” e no rodapé “5 1 1, 3
11 1”a O nome era “Ansoask”a
Na página seguinte havia apenas uma frase, escrita
com tinta dourada e que cheirava a carvão em basaa “Ik
frrslacht jo lyts, ik slirpr jo op irn krar”, não sei o que
significa, mas copio aqui pois depois de ler tais palavas as
mesmas têm se repetido em meus pesadelos e devaneiosa