Aeroporto de Brasília constrói unidade de usina solar para produzir energia para
o terminal
A Inframerica, concessionária do Aeroporto de Brasília, informou que está na fase final da construção
de uma unidade de usina fotovoltaica para produção de energia de fonte solar que servirá para abastecer
parte do consumo do terminal aéreo. Espera-se que os 3.360 módulos fotovoltaicos produzam, por ano, 2
milhões kWp de energia, que suprirá 7% da demanda do Aeroporto. Mesmo com a pandemia, o
planejamento e a execução do projeto seguiu em frente com o objetivo de reduzir a pegada de carbono
da operação aeroportuária com a inclusão desta nova fonte de energia limpa. A concessionária dedicou
uma área de 18,3 mil metros quadrados para o empreendimento, próximo ao acesso ao aeroporto.
A geração será operada pela startup japonesa Shizen Energy, que no Brasil opera sob a marca FazSol
Energias Renováveis, em parceria com a empresa brasiliense de empreendimentos imobiliários Espaço
Y. “Brasília é beneficiada pela alta incidência solar e o Aeroporto possui uma vasta área aberta e sem
edificações nas proximidades, situação propícia para o projeto”, conta a gerente de Meio Ambiente da
Inframerica, Daniella Lacerda.“Eu e a minha equipe trabalhamos diariamente para pensar formas de
oferecer sustentabilidade para os serviços do aeroporto. A usina fotovoltaica era um sonho que
conseguimos trazer para a realidade. Este é o projeto piloto de planos muito maiores que estamos
galgando para o Aeroporto de Brasília”.
https://passageirodeprimeira.com/aeroporto-de-brasilia-constroi-unidade-de-usina-solar-para-produzir-energia-para-o-terminal/
Móveis Aeronáuticos
Você já pensou em ter móveis em sua casa feito de peça de aviões ?
Não? Então conheça a WG Móveis Aeronáuticos
Móveis Aeronáuticos de Uso e Decoração a partir de peças de Avião com
madeira esculpida/trabalhada por artesão do Vale do Paraíba.
Projetos exclusivos. Peças únicas. Para os Amantes da Aviação. Conheca
nosso trabalho através:
Facebook: WG Móveis Aeronáuticos - @wgmoveisaeronauticos
Instagram: WG Móveis Aeronáuticos - @wgmoveisaeronauticos
Informações e Vendas ( Tel/Whatsapp)11 945907997 com Whashingto E-
mail: [email protected] Não perca essa oportunidade e venha
conhecer esse magnífico trabalho
É possível comer seu lanche dentro de um avião nesse McDonald’s da Nova
Zelândia
Já imaginou comer em um McDonald’s a bordo de um de um clássico Douglas DC-3? Na Nova Zelândia
isso é possível! Um restaurante da franquia McDonald’s na cidade de Taupo na Nova Zelândia
ressignificou o conceito de “comida de avião”.E o motivo disso é porque a pequena cidade na Ilha do
Norte do país abriga um dos restaurantes McDonald’s mais exclusivos do mundo, que por acaso está
acoplado a um avião desativado, um DC-3. O Douglas DC-3 é um avião movido a hélice que perdurou no
setor de aviação nas décadas de 1930/1940 e durante a Segunda Guerra Mundial. Antes da guerra,o
modelo ganhou destaque nas viagens aéreas pela sua capacidade em atravessar os EUA de uma costa a
outra. A aeronave também era confiável e relativamente fácil de manter, o que ajudou a tornar os voos
internacionais economicamente viáveis, transportando passageiros com maior conforto. Após a guerra, o
mercado de aviões foi inundado com aviões de transporte excedentes dos exércitos e o DC-3 não era
mais competitivo devido ao seu tamanho e velocidade. O modelo tornou-se obsoleto nas rotas principais e
foi substituído por tipos mais avançados, como o Douglas DC-4. A aeronave utilizada no restaurante
neozelandês é um Douglas DC-3 construído em 1943 e que foi um dos três usados pela South Pacific
Airlines da Nova Zelândia entre 1961 e 1966. Em 1971, ele foi renomeado Whio e usado pela Fieldair
Holdings, antes de ser desativado em 1984.Em 1985, o prefeito de Taupo, Rick Cooper, comprou o avião
por $20,000 durante uma viagem a New Plymouth. Cooper usaria a aeronave como seu escritório em
uma empresa de venda de carros. O avião foi colocado em sua posição atual, originalmente como atração
da concessionária chamada Airplane Car Company.
Em 1990, o McDonald’s comprou o terreno da
concessionária e a aeronave foi deixada no seu local
original, ainda com o cockpit intacto. O restaurante foi aberto
em novembro daquele ano.Apesar de não ser possível pedir
sua comida no velho Douglas DC-3 ( já que os balcões
estão localizados na porta ao lado do McDonald’s) 20
clientes podem comer seus fast-foods dentro da aeronave.
https://passageirodeprimeira.com/e-possivel-comer-seu-lanche-dentro-de-um-aviao-nesse-mcdonalds-da-nova-zelandia/
10