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UMA EPOPEIA
TRADUZIDA EM NÚMEROS
A história desta edição da Liga teve muitos episódios, uns mais
felizes do que outros. Houve reviravoltas, momentos de revolta,
uma paragem forçada e uma reta final épica. O campeonato
mais longo alguma vez visto terminou com o FC Porto no topo e
com o troféu de campeão nacional erguido bem lá no alto. Nesta
edição da DRAGÕES já teve a oportunidade de rever o percurso
dos azuis e brancos até ao título e presumimos que já conhece os
momentos-chave desta conquista. Por isso, decidimos simplificar
e traduzir em números o êxito, que começou a ser construído há
sensivelmente um ano. Sabe quem foi o jogador mais utilizado
do plantel? Ou quantos golos foram marcados por um suplente
utilizado? Ou até qual foi a equipa mais ferida pelo ataque portista?
Está tudo aqui.
TEXTO: SÉRGIO VELHOTE
LANÇAMENTO
DA LINHA
LATERAL
1
BOLA PARADA
29 LIVRES DIRETOS
2
LIVRES INDIRETOS
3
PENÁLTIS
10
CANTOS
13
BOLA
CORRIDA
45
FORA DA ÁREA
7
DENTRO DA ÁREA
67
AUTOGOLOS
3
CABEÇA
17
PÉ DIREITO
30
como
marcou
PÉ ESQUERDO
24
MELHOR ATAQUE
74 GOLOS
MÉDIA DE GOLOS
MARCADOS
2,18
MELHOR DEFESA
22 GOLOS
MEDIA DE GOLOS
SOFRIDOS
0,65
+
O FC Porto venceu os quatro clássicos da Liga e
demonstrou superioridade perante os rivais diretos dentro
das quatro linhas. Na primeira volta, venceu o Benfica
na Luz (2-0) e o Sporting em Alvalade (2-1) e na segunda repetiu
os triunfos sobre águias (3-2) e leões (2-0) no Dragão. Sérgio
Conceição foi o segundo treinador a conseguir este feito de azul
e branco, ao igualar o registo de José Mourinho em 2002/03.
+
Bastaram três minutos e 11
segundos para Luis Díaz
abrir o marcador frente ao
Moreirense, na 33.ª e penúltima
jornada, numa partida em que os
Dragões venceram por 6-1. No jogo
de consagração, o cabeceamento do
internacional colombiano, servido na
perfeição por Alex Telles, foi o golo
mais rápido dos azuis e brancos na Liga.
REVISTA DRAGÕES AGOSTO 2020