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EZEQUIEL MENA
Natural de San Juan (Argentina), tal como
Reinaldo García, iniciou a carreira no país natal
de ambos. Em 2017, passou pelo Sport, pelo qual
conquistou o campeonato brasileiro, antes de
voltar à “capital mundial do hóquei em patins”,
como descreveu o capitão portista na antevisão
da Taça Intercontinental de 2018. Com vinte
primaveras, mudou-se para Portugal e assinou
pelo Oeiras que, à época, disputava a primeira
divisão nacional. Os oito golos do avançado em
27 jornadas não foram suficientes para impedir a
despromoção do emblema lisboeta, mas foram
decisivos para receber uma proposta vinda de
Barcelos. Noutra cidade hoquística, no Norte do país,
Tomás Ezequiel Mena deu nas vistas ao encontrar
as redes adversárias 20 vezes em 25 partidas. Na
melhor liga do mundo, ajudou o Óquei de Barcelos
a intrometer-se no lago dos tubarões onde nadam
FC Porto, Sporting, Benfica e Oliveirense. Aos 22
anos, assina um contrato válido com os Dragões
até 2024 e será o dono do dorsal número 8 do
coletivo orientado por Guillem Cabestany. Com
dois golos marcados em cinco internacionalizações
pela seleção celeste, o jovem argentino não tem
vergonha de assumir que vê “Nalo” como “um
ídolo” com quem “vai ser um prazer jogar ao lado”.
Mudar-se para os campeões em título “foi um
sonho tornado realidade” e deixa Mena “muito
feliz”. A famosa atmosfera do pavilhão portuense é
algo de que o hoquista anseia beneficiar: “Tenho o
sonho de jogar com o Dragão Arena cheio. Vai ser
incrível. Não vejo a hora de começar a treinar e de
começar a jogar pelo FC Porto. Vou dar tudo por
esta camisola. Espero que a nossa equipa possa dar
grandes alegrias e grandes vitórias aos adeptos”.
REVISTA DRAGÕES JULHO 2020