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muito
contente por
continuar ao
comando do
“Estou
FC Porto e
muito agradecido pela confiança
que a Direção colocou em mim,
principalmente o Vítor Hugo,
responsável pelo basquetebol.
Estou cheio de motivação, o
compromisso que tenho com
este clube e a motivação que
tenho para vencer provas é
muito grande. Sei que vai correr
tudo bem”, começa por dizer
Moncho López, que acredita
num futuro azul e branco: “O que
esperamos no próximo ano é
continuar no trilho das vitórias. A
época passada terminou de uma
maneira estranha, por causa da
pandemia, mas foi uma época
em que vencemos a Supertaça
e estávamos preparadíssimos
para vencer a Taça de Portugal
e o campeonato. No próximo
ano queremos continuar nesse
caminho de vitórias”. Ora, os
desafios que se avizinham
continuarão a ser grandes, por
isso há que formar um plantel
competitivo e que esteja à altura
dos objetivos do FC Porto, mas
isso é algo que não está em causa.
“O diretor Vítor Hugo está a
trabalhar muito, mesmo nestas
circunstâncias difíceis colocadas
pela pandemia, para conseguir
que o plantel seja ainda mais
forte. Falámos com muitos atletas
importantes do atual plantel
para conseguirmos a renovação
e garantirmos a continuidade
desses jogadores. Com pequenas
modificações, porque serão
apenas dois jogadores novos
no plantel, mas poderão ter um
grande impacto e acho que será
um grande salto qualitativo
no plantel”, garante o técnico
espanhol, que pormenoriza o que
os reforços podem acrescentar
à equipa: “O João Torrié traz a
genética do Vasco da Gama, que
João Torrie
João Soares
historicamente tem sido uma
boa mistura com os valores
do FC Porto. É um jogador que
já foi campeão nacional duas
vezes com a nossa camisola,
pelo que terá uma integração
rápida. O Larry Gordon é um
marcador de pontos de todas
as maneiras possíveis. Além
disso, será uma peça crucial nas
estratégias defensivas pela sua
capacidade para jogar em várias
posições. O Jonathan Fairell é
uma garantia de upgrade ao
potencial defensivo da equipa.
É um jogador com grande
capacidade física e agressividade
no jogo interior, mas tem uma
leitura de jogo invulgar para
um jogador com a sua estatura,
por isso vai criar opções de
finalização para os colegas”.
REVISTA DRAGÕES JULHO 2020